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Como lidar com a agressividade da criança?

29/06/2015 - Por Roberta Lima - Terapia da Criança

É necessário entender que a agressividade na primeira infância é um processo natural e pode ser encarado como uma forma de linguagem que a criança encontra para expressar suas emoções e desejos, especialmente nos momentos de angústia, ansiedade e frustração. Além disso, é importante que o pequeno possa brincar com os seus sentimentos agressivos, de forma a poder desenvolver a consciência da diferença entre a brincadeira e a verdadeira violência. 

http://goo.gl/4OEqRB

Reações da Criança

A criança pequena pode apresentar reações de raiva, agitação descontrolada, esperneios e gritos diante de uma situação de frustração. Por volta dos 2-3 anos de idade, costuma surgir o famoso comportamento de morder, puxar cabelo e dar arranhões, muito encontrado na escolinha e que deixa diversos pais de cabelo em pé, e é mais frequente nos meninos. 

De um modo geral, espera-se que essas reações se atenuem a partir dos 4 anos de idade, quando a criança passa a expressar sua agressividade mais através das palavras do que dos gestos. Vale lembrar que o fato desse comportamento ser comum  nessa fase, não exclui a necessidade dos pais e demais adultos sinalizarem para os pequenos que este tipo de atitude não é permitida uma vez que machuca o outro e, além disso, é fundamental que a raiva sentida pela criança seja compreendida e que a mesma encontre ajuda para também entender o que se passa com ela e essas suas emoções tão arrebatadoras.

Veja a seguir mais algumas dicas:

- Quando houver uma agressão por parte da criança, vale perguntar o motivo de tal conduta, ainda que a mesma não responda, irá ajudá-la a refletir;

- Importante fazê-la pedir desculpas a quem ela agrediu;

- Monitore e selecione os tipos de programa que seu filho (a) assiste na TV bem como os games que ele costuma jogar, pois estes fatores também podem influenciar de alguma maneira na incidência dos casos de agressividade;

- Os pais também são modelos de exemplo nesse sentido para a criança. Portanto, esses adultos precisam estar atentos às suas manifestações agressivas no dia a dia, ou seja, devem cuidar da sua inteligência emocional;

- É fundamental que os pais intervenham sempre diante da atitude do filho (a), a fim de evitar que esse tipo de comportamento se instale de vez e seja o único encontrado pela criança para se expressar nos seus momentos de frustração.




7 motivos que enlouquecem a mamãe no volante

25/06/2015 - Por Marta Gomis - Maria Babona

Por mais que a mulher seja piloto, nunca levou uma multa ou ultrapassou um sinal vermelho, arranhou ou bateu com o carro, depois que elas virão mães as coisas mudam de figura. Bate um medo, uma insegurança. Se a criança chorar? Se eu pegar um engarrafamento? Se bater aquela fominha?


http://goo.gl/L6hXt5

Veja quais são os 7 principais motivos que enlouquecem as mamães no volante:

Sono

Ser mãe é padecer de sono. Só uma mãe sabe o quanto morremos de sono e quanto mais bebê for nosso filho maior é  nosso sono, e  como já comprovado uma pessoa com sono é  mais perigosa no trânsito do que uma embriagada. Vixiiiiii. ...

Estica e Puxa

Crianças derrubam coisas e querem que peguemos os objetos na hora, não conseguem esperar, e já vira motivo suficiente para aquele escândalo dentro do carro que nos deixa atordoadas. Aí nós mamães encarnamos os contorcionista. Debruçamos com o corpo para o banco de trás apalpando a tal coisa q caiu. E vira um tal de estica e puxa.

Xixi e Cocô

Fazer xixi e cocô é  uma necessidade que vai muito além da vontade deles e quando acontece junto quando estamos no carro, o negócio fica tenso. Vem aquele cheiro agradável no carro e sua preocupação com assadura já passa pela sua cabeça e seu único foco é  um canto para parar o carro e trocar o pequeno que a essas alturas já está esgoelando-se. 
Se a criança for maior aquela idade do desfralde acho que a situação piora um pouco, porque quando dizem quero fazer xixi já sabem o que temos pouquíssimo tempo entre o ponto final da frase e o acontecimento, parecemos uma louca no volante procurando um lugar perto que tenha banheiro, limpo de preferência, para aliviar as crianças.

Atenção

Crianças querem atenção, e puxam conversa, porém querem contato olho no olho, e me diz por quantas vezes viramos a cabeça toda para olhar nossas crias e deixá-las quietas por mais alguns instantes.

Fome

Crianças sentem fome e toda mãe sempre tem uma pacotinho quadrado na bolsa ou na mochila dos pequenos, então bora esperar o sinal fechar e abrir o pacote, mesmo q seja uma fruta, suco etc e virar deixar seguro na mão da criança e voltar.

Cinto de Segurança

Tem crianças que parecem ter alergia a cadeirinha do carro. Choram só de olhar para ela e passam todo tempo tentando se desprender do cinto e muitas vezes conseguem.... pronto mais uma situação que não vemos mais nada e foco na criança.

Criança dodói

Algumas vezes as crianças estão doentes, febre, vômito, passando mal, e muita mães se desesperam então dirigem sem olhar para mais nada foco no pronto socorro!

Por esses e outros motivos, muitas mamães tem medo ou receio de dirigirem sozinhas com crianças no carro, mas posso garantir que apesar de todos os obstáculos, contorcionismo, mães tem instinto protetores de suas crias e vão tentar fazer de tudo para que elas fiquem sempre bem e protegidas e para que cheguem ao seu destino sãs e salvas. Prevendo o que já pode acontecer, tenha a mão todo aparato necessário para distrair a criança, respire fundo e mantenha a calma que se você é mãe, acredite, você dá conta do recado.

Dicas

- Certifique-se que ela não precisa ir ao banheiro ou trocar a fralda antes de entrar no carro.

- Tenha certeza que ela está alimentada e não encheu a barriga de líquidos antes de entrar no carro.

- Abuse dos brinquedos, vídeos, livrinhos e tudo mais que puder entreter a criança enquanto dirigi.

- E se possível aproveite uma hora que ela esteja com sono, o balancinho do carro é um sonífero perfeito e criança dormindo, deixará você bem mais relaxada para dirigir com segurança.

 

 



Como ensinar seu filho a pedir desculpas

24/06/2015 - Por Janaina Medeiros - Mommy's Place

Imagine a seguinte situação: seu filho de 9 anos acaba de arrancar a cabeça da Barbie da irmã de 6 anos. Você intervem, e ele rápida e obedientemente pede desculpas, sem desgrudar os olhos do videogame. Será que ele está realmente arrependido e não vai repetir o feito?

O fato é: forçar as crianças a pedir desculpas no calor do momento pode fazer os pais se sentirem melhor, mas ajuda pouco em fazer as crianças compreenderem o quanto erraram. Ao invés de obrigar então a se desculpar na hora, deixe o pedido de desculpa para mais tarde, quando todos estiverem calmos, e faço o seguinte:

goo.gl/Joo1zd

Faça a criança perceber o quanto errou

Deixe de lado o discurso sobre mau comportamento e faça perguntas que ajudem a criança a entender seus próprios sentimentos e suas ações. Comece com algo como "O que você estava sentindo quando rasgou a lição de casa do seu irmão?" Isso ajuda a criança a perceber que é normal sentir raiva, tristeza ou frustração, mas a ação na qual isso resultou não é certa. A seguir, ligue esse sentimento e a ação ao efeito que pode ter causado na outra pessoa. "Como você acha que seu irmão se sentiu quando você rasgou a lição dele?"

Incentive-o a encontrar uma solução para o problema

Não castigue, e foque em soluções que possam corrigir ou amenizar o erro, perguntando "O que você pode fazer para corrigir isso?" Um pedido de desculpas é um ótimo começo mas, como as crianças aprendem melhor através de ações, o ideal seria complementar o pedido com algum ato de bondade, como ajudar a consertar o que quebrou ou oferecer um desenho caprichado para o ofendido.

Recrie a situação e permita que a criança pense no que aconteceu

Faça de conta e recrie a situação, dando a oportunidade para a criança tomar outra atitude ao invés de decapitar a Barbie. "Se acontecesse de novo, como você resolveria a situação com sua irmã?" Dê à criança tempo para pensar e imaginar maneiras construtivas de lidar com suas emoções.

Apesar de no início ser difícil, dando um tempo entre a "arte" e o pedido de desculpas pode resultar em um pedido muito mais sincero! Com isso, as crianças irão entender melhor as consequências de suas ações, serão mais responsáveis, e desenvolverão a empatia necessária para aprender com seus erros. E isso vale a espera!

 

 



Terrible 2, saiba como lidar com essa fase.

15/06/2015 - Por Janaina Medeiros - Mommy's Place

Dia 20/05 – Tema: Entenda a fase do “Terrible Two”, a adolescência da primeira infância

Assuntos Abordados:

- É normal a criança passar por essa fase?

- Entenda a enxurrada de “NÃOS” do seu filho!

- A birra é pirraça?

- Quando e por quê dar limites?

- Dicas sobre como lidar com a criança nessa fase!

 

Palestrantes:

Roberta Lima CRFa 9717/BA – IG @terapiadacrianca

Fonoaudióloga graduada pela Universidade do Estado da Bahia, com especialização em Psicotraumatologia & Psicossomática Junguiana pelo Instituto Junguiano da Bahia e pós graduanda em Psicopedagogia Clínica pela UNIFACS.

Atua em consultório particular e realiza palestras sobre desenvolvimento infantil para pais e educadores. A terapeuta busca realizar um trabalho diferenciado através de uma proposta de desenvolvimento e fortalecimento integral da criança, englobando seu contexto familiar e escolar, sempre considerando a tarefa de ajudar um ser humano, especialmente nos seus primeiros anos de existência, como uma nobre e fascinante missão profissional e acima de tudo pessoal.


Blogueira Convidada – Elaine Violine

www.boamae.com.br
IG- @boasmaes

 



Como se constroe o vínculo mãe e bebê?

09/06/2015 - Por Raquel e Luciana - Núcleo Corujas

O vínculo mãe- bebê, em alguns casos, inicia-se antes da gestação, quando a mamãe já pensa sobre ser mãe e num possível bebê; ela o deseja, cria fantasias sobre seus gostos e personalidade e imagina sua vida com ele. Na gestação o vínculo desenvolve-se mais ainda e começa uma relação mais próxima. 

As mamães que tiveram filhos sem planejamento ou que durante a gravidez não estavam feliz com este momento não precisam achar que não serão capazes de oferecer um bom vínculo ao bebê. O vínculo é construído dia a dia na relação e sempre pode ser fortalecido, quando há amor e carinho.


http://goo.gl/PKc2mh

Amor e Segurança

O vínculo é um processo de comunicação entre a mãe e seu filho, uma comunicação de afeto, de sensações e de sentimentos. Um vínculo positivo, baseado no amor e na segurança, é de suma importância ao bebê, para sentir-se amado, desenvolver auto-confiança, boa auto-estima e ser capaz de construir relações saudáveis com outras pessoas e consigo mesmo no futuro. 

A cada descoberta, a cada mudança de vida do bebê, a mãe se surpreende e aumenta, intensifica seu vínculo com ele, e a cada demonstração de afeto materno o bebê se vincula mais a mãe.

Algumas dicas para intensificar esse vínculo desde a gestação até os primeiros anos de vida do bebê em formação:

1- Na gestação converse com seu bebê, ele já te escuta e sente suas emoções

2- Acaricie sua barriga, massageie e de carinho a ela.

3- Ponha músicas de seu gosto para o bebê escutar

4- Estimule a comunicação familiar com seu bebê ainda na barriga

5- A cada manuseio e manipulação ofereça e demonstre seu amor a ele.

6-Amamente seu filho em um momento calmo, sozinha e dando toda atenção a ele.

7-Durante a troca de fralda converse com ele, e faça desse momento uma interação

8- No banho massageie o corpinho do bebê, cante, brinque com ele

9-Dê um colinho quando achar bom e necessário

10- Faça massagem shantala com ele

11-Brinque e estimule seu desenvolvimento.

12- Ser capaz de compreender a comunicação de seu bebê e respondendo a ela adequadamente.

Com essas dicas seu filho terá em você a pessoa de segurança e referência, o que trará benefícios a seu desenvolvimento e amadurecimento.



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