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Quando e como a criança deve aprender outra língua?

10/06/2015 - Por Janaina Medeiros - Mamãe Mommy's Place

Verdade que hoje em dia todo mundo tem noção da importância de saber falar uma segunda língua, principalmente, o Inglês que hoje é a “Língua Mundial”. Pelos quatro cantos do mundo, se você falar Inglês você sobrevive. E cada vez mais surgem escolas bilíngues e cursos para crianças desde cedo para atender essa necessidade que os pais tem.


http://goo.gl/qlxycl

Como mãe, sempre tive a preocupação sobre isso, mas me questionava qual seria a idade correta para iniciar o aprendizado do inglês na vida dos meus filhos. Tomei a decisão que iríamos introduzir a língua Inglesa no ano seguinte ao da alfabetização em Português, o que me levou a viver duas situações totalmente diferentes quando nos mudamos para os Estados Unidos. Meu filho chegou aos 10 anos, com uma base de 3 anos de curso de inglês e minha filha chegou recém alfabetizada em Português, não sabendo nem dizer oi em Inglês. Óbvio que meu filho pegou a fluência muito, mas muito mais rápido do que a minha filha que veio sem falar nada, mas os dois aprenderam, cada um no seu tempo e falam igualmente hoje em dia, com vocabulário extenso e sem sotaque.

A verdade que criança aprende rápido demais e claro que a imersão deles na cultura americana, escola, amigos e tudo mais que os cercavam ajudou muito, mas pude perceber que tem pequenas decisões que podemos tomar que facilitará o processo do aprendizado de uma segunda língua independente do país que estivermos morando.


http://goo.gl/B7Ks3I

Se você quer que seu filho aprenda Inglês e não tem a oportunidade de morar fora do país, as dicas que eu dou são as seguintes:

Diversão

Em primeiro lugar, as aulas de inglês tem que ser prazerosas. A criança não consegue mensurar a real necessidade dela aprender uma segunda língua, por isso, escolha a melhor forma de introduzir. Se tornar o processo desde cedo exaustivo, será bem capaz que ela canse e perca o estímulo pela língua.

Processo de aprendizagem

 Pense no processo de aprendizagem em qualquer língua, Entender o que escuta > Falar palavras soltas > Formação de frases > Conversação. Portanto, assim como foi na sua língua nativa, o processo será o mesmo numa segunda língua, então tenha paciência e não tente pular etapas, pois eles não aprenderão de uma hora para outra.

Exponha a criança a língua estrangeira

Enquanto a criança é pequena, no período antes da alfabetização da língua nativa, o ensino deve ser lúdico. Ofereça à criança vídeos e desenhos com áudio em Inglês, ebooks, jogos interativos e aplicativos que utilizem palavrinhas em Inglês. Desta forma você estará expondo ela à língua de forma que ela vai assimilando naturalmente. Pode ter certeza que ela estará aprendendo e saberá identificar o Inglês do Português facilmente. Meu filho, por exemplo, tínhamos a sensação que ele não estava aprendendo nada, pois não falava, não entendia, mas como disse anteriormente, o seu aprendizado durante 3 anos e a boa base que teve, lhe deu a possibilidade de estar falando fluentemente em menos de 2 meses após nos mudarmos para os Estados Unidos.

Quando começar?

O aprendizado deve manter-se lúdico até que a criança esteja plenamente segura e alfabetizada na sua língua nativa. Não se preocupe com a fala e escrita. Se o aprendizado da segunda língua não iniciou até a alfabetização, espere que a criança crie fluência na escrita e leitura na sua língua nativa, para daí sim, introduzir uma segunda língua, caso contrário o aprendizado de uma língua poderá atrapalhar o da outra, causando confusão na cabeça da criança e consequentemente um atraso no aprendizado de ambas.

Se você fala Inglês, reforce em casa

Se você fala Inglês é um grande passo para ajudar seu filho. Leia muito para ele. Faça perguntar depois que ler para que ele desenvolva um raciocínio em Inglês. Discipline-se e crie o hábito de falar em Inglês em casa, principalmente para os comandos básicos e rotineiros do dia-a-dia como: Go brush your teeth, Get up, Be quiet, Let’s have breakfast, Do your homework... Além disso, utilize frases simples que contenham o que eles chamam de Sight Words, que são palavras usadas com frequência e que farão as crianças a montarem estruturas de frases a partir de um vocabulário que elas entendam. Podemos dar de exemplo, can, like, get, take,in, at...

Prática e Contexto

Para que o aprendizado aconteça com sucesso e a fluência seja adquirida tem que existir todo um contexto em volta, além do interesse da criança pelo aprendizado. A escola bilíngue, o curso de Inglês será super importante, mas essa prática tem que vir de diferentes formas pelo livro que lê, pela música que ele escuta, pelo filme que assiste, pela interação com outras pessoas. Não adianta ensinar a criança a memorizar a contar de 1 a 10, sem que ela saiba exatamente cada número. Preocupe-se de estar sempre identificando número a número, além de cores, animais, objetos e exponha-a a diferentes estímulos.

Curso e conteúdo Programático

Preocupe-se com escola ou o curso escolhido e qual o conteúdo programático aplicado (não se preocupe com quantidade e sim qualidade de ensino) pois ele será a base para o aprendizado, o ponta pé inicial. Fique atento se o curso traz no seu currículo conteúdo de fonética e bastante conversação, pois é a partir dela que se constrói uma boa pronúncia, pois diferente do Português, a alfabetização da criança em Inglês é através da leitura dos sons (fonética) e não por sílabas como aprendemos. E lembre-se, primeiro aprendemos a falar para somente 5-6 anos depois aprendermos a ler e escrever.

Sotaque

Segundo especialistas de fonética de faculdades Americanas, qualquer criança exposta a língua inglesa até os 14 anos e que praticar com frequência, tem a oportunidade de falar sem sotaque, pois até essa idade os músculos da língua ainda são flexíveis e tem a capacidade de se adaptar. Músculos da língua utilizados para pronunciar em Inglês, não são os mesmos utilizados para o Português e vice-versa e com o passar do tempo os nossos músculos na língua começam a atrofiar de acordo com o que utilizamos diariamente. Após essa idade a fala certamente poderá ser bem sucedida, porém com sotaque.

O que eu como mãe e por experiência própria, pude observar e concluir que independente da língua, a prática é o que traz a excelência. Não importa a idade, 1,2,6 ou 10 anos, crianças aprendem facilmente, mas é preciso prática, prática e prática. E quanto mais tempo inserido e envolvido com a língua mais confortável para usá-la estará. Aqui em casa, estamos agora enfrentando o efeito contrário, pois como a escrita, leitura e inclusive a fala na língua Portuguesa está reduzida para eles, já observamos uma perda de conteúdo principalmente na minha filha menor que não teve tempo de fixar o Português na escrita e leitura como língua nativa e provavelmente no futuro, apesar de brasileira e de ter convivido por 6 anos com o Português, será sua 2ª língua, apesar de todo nosso esforço de incentivar dentro de casa nossa língua nativa.   

Deixo aqui alguns dos programas educativos muito utilizados pelas escolas americanas no treinamento dos alunos estrangeiros para que possam auxiliá-los em casa no reforço necessário.

www.abcya.com

www.starfalls.com

www.readingeggs.com

www.tumblebooklibrary.com

pbskids.org

 



Sua casa é segura para seu filho?

08/06/2015 - Por Karina Vainzof - The Mammys

O tema segurança é super importante mas muitas vezes deixado de lado. Afinal, nunca achamos que algo ruim pode acontecer conosco ou com aqueles que mais amamos.

Ter uma casa segura é muito importante e a segurança da casa vai além das redes de proteção e protetores de tomada.


http://goo.gl/PiwdQf

Muitos acidentes domésticos acontecem em frações de segundos e por um simples descuido.

Os pais não precisam ficar neuróticos e proibir seus filhos de se divertirem e explorarem o mundo, mas algumas ações são fundamentais para garantir que os pequenos não corram riscos.

A COZINHA

Os acidentes mais comuns dentro de casa acontecem na cozinha, onde preparamos os alimentos e líquidos quentes, e onde se encontram facas, fósforos, outros materiais inflamáveis e produtos de limpeza.

Para evitar alguns dos principais problemas nesse ambiente, recomendamos colocar portões ou grades que limitem o acesso das crianças na cozinha.

Além disso, deixar as facas e todos os materiais cortantes, inflamáveis e tóxicos em compartimentos altos e protegidos com chave ou travas especiais (dessas que encontramos em lojas que vendem produtos para bebês), é uma ótima forma de mantermos as crianças protegidas.

Vale lembrar também que os cabos das panelas que estiverem no fogão, devem ficar virados para dentro e sempre que o forno estiver sendo usado, as crianças devem ficar longe!

ELETRICIDADE

Todas as tomadas da casa devem ser protegidas com protetores especiais. O ideal é usar um protetor branco ou incolor, pois aqueles fofinhos, com formato de bichinhos e coloridos, podem ter o efeito inverso, e chamar a atenção dos pequenos.

Organize e esconda todos os fios elétricos, como os fios de abajur, computador, TV, som, telefone e etc.

Outra dica super importante é nunca deixar os carregadores de celular na tomada, enquanto não estiverem em uso. A eletricidade que circula pelos carregadores pode ser muito prejudicial para os pequenos.

ESCADAS

As escadas são uma diversão para as crianças, mas um perigo constante! Se você tem escadas em casa, coloque corrimão e limite o acesso com portões adequados nas duas extremidades e comece a ensinar o pequeno desde pequeno como descer e subir.

JANELAS

TODAS as janelas da casa devem ser vistoriadas e protegidas com redes de proteção de boa qualidade. Mesmo as janelinhas do banheiro devem ser protegidas com travas que limitam a abertura.

NA ÁGUA

De acordo com estudos feitos pela Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático), as piscinas são a segunda causa de morte entre crianças de 1 a 9 anos no Brasil.

As crianças que não sabem nadar, devem usar bóias, mas saiba que as bóias de braço não oferecem a segurança adequada porque podem desinflar, sair dos braços da criança ou atrapalhar a mobilidade da criança caso ela coloque a cabeça dentro da água, por isso, o recomendável são os coletes.

Se você tem piscina em casa, devem ser instaladas cercas de pelo menos 1,5 metros de altura, equipadas com portões e travas, impedindo que a criança entre sem um adulto. E desde pequeno, mostre e demonstre a criança que se ela estiver sem boia ela irá afundar.

Tome algumas atitudes seguras para prevenir afogamentos na infância:

- Nunca deixe a criança sozinha durante o banho ou qualquer outra situação em que ela esteja dentro ou perto da água, mesmo em lugares rasos.

- Esteja sempre alerta e acompanhe as crianças em suas brincadeiras na água.

- Adote o uso de coletes salva-vidas infantil, aprovado pela guarda costeira.

- Seja na própria casa ou na casa de vizinhos e amigos, cuide para que a criança seja constantemente supervisionada por um adulto.

Lembre-se que estes recursos e medidas protegem, mas não eliminam o risco de acidentes. Por isso, tenha sempre um adulto perto das crianças e vá ensinando e explicando sobre os perigos desde pequenos.



Porque proibir o uso de andadores?

27/05/2015 - Por Theresa Queiroz - Virei Mãe

Andadores podem ser muito coloridos e existem alguns até com acessórios luminosos e botões chamativos, tem rodinhas e deixam a criança quase na posição de pé. Seria o brinquedo perfeito para seu filho não é mesmo? Esse é um assunto que já vem sido debatido de uns anos pra cá. Afinal, por que um aparelho que parece ser tão divertido para as crianças na verdade é tão perigoso?


http://goo.gl/9WrmRv

Segurança

Há quem deixe o bebê brincando em um andador, na sensação de que ele estará seguro. O andador causa essa sensação de segurança. Porém na realidade, é o inverso. A criança quando está no andador, mexe as perninhas muito rapidamente atingindo grande velocidade em poucos segundos, correndo o risco de bater em algum objeto solto e virar nele. Basta a ponta do tapete ou a parede do final do cômodo, um chinelo no chão, ou até aquele brinquedo que o seu bebê estava segurando e que caiu no chão para fazer com que o andador capote com seu filho dentro dele.

Isso mesmo, ele tem a facilidade enorme de virar ao contrário e a primeira parte do corpo do bebê que machuca é sua cabecinha. Parece inofensivo, mas o andador não tem nenhum sistema de segurança em relação a isso. Quem tem desníveis dentro de casa, seja uma escada ou somente alguns poucos degraus entre um cômodo e outro aumenta mais ainda o perigo.

Desenvolvimento motor

Outro ponto negativo com respeito aos andadores é o atraso no processo natural da marcha devido ao apoio que a criança tem quando senta nele. Ela não treina equilíbrio e não há nenhuma descarga de peso nos membros inferiores. Quando vai tentar andar, fica insegura, pois não tem esse apoio, além da ausência de estimulo nessa musculatura em específico, que deixa de ser requerida durante o uso do andador, bem como articulação.

O bebê rola, senta, engatinha e anda. Em todas essas fases ele vai em busca de algo, de algum objeto e se esforça pra chegar até ele. Com o uso do andador, o bebê não faz esforço algum e isso limita suas descobertas, capacidades motoras e cognitivas.

Os Estados Unidos e Canadá proibiu o uso desde 2004, mas no Brasil não há nenhuma legislação a respeito.

Por isso, o conselho é permitir seu filho explorar o ambiente com segurança! Deixe-o brincar bastante livremente solto no chão, sempre sob a supervisão de um adulto. Estimule-o para que ele passe por todas as fases de um bebê sem pular etapas.

 

 



Será que meu filho é hiperativo?

23/04/2015 - Por Roberta Lima - Terapia da Criança

Toda vez que paro para conversar com amigas que tem filhos surge a mesma dúvida, será que meu filho é hiperativo? Vamos combinar que crianças parecem ter uma bateria vitalícia e inesgotável. A gente chega ao fim do dia acabada e eles estão lá firmes e fortes, correndo, pulando e gritando. Apesar da maioria dos pais achar que seu filho pode ser hiperativo, o percentual de crianças hiperativas é bem abaixo do que os pais imaginam.


http://goo.gl/MakkAO

Diferença entre criança com TDAH e uma criança com comportamento normal

A criança hiperativa mostra atividade maior que outras crianças da mesma idade. É comum as crianças serem ativas, sem que isto seja uma hiperatividade anormal ou patológica. A diferença é que a criança hiperativa mostra um excesso de comportamentos, em relação às outras crianças, além de dificuldade em manter a concentração em assuntos que não lhe destaquem interesse, impulsividade e um grau de agitação muito maior que o comum. Parecem também mais intensas emocionalmente, com reações mais fortes - perdem o controle mais facilmente, com mais intensidade, sendo bem mais difícil ajudá-las a se acalmar.

Por esse motivo convidamos a Terapeuta Roberta Lima para nos explicar um pouco mais sobre crianças hiperativa e como saber se seu filho é ou não hiperativo.

Sintomas

Existe uma tendência muito grande atualmente em se patologizar a infância, isto é, atribuir um caráter patológico a uma agitação normal inerente à energia que uma criança costuma ter! O TDAH é algo que tem uma dimensão maior, pois se caracteriza por 3 sintomas básicos: desatenção, impulsividade e hiperatividade física e mental, sendo que para o diagnóstico ocorrer, a criança precisa apresentar uma série de critérios propostos pelo DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico  dos Transtornos Mentais) e esses mesmos sintomas devem estar interferindo fortemente  não apenas no cotidiano escolar, mas também no social e familiar.

Características da hiperatividade e déficit de atenção

Essas crianças geralmente têm dificuldades em concluir uma tarefa, iniciando várias coisas ao mesmo tempo, porém não as finaliza; perdem o interesse muito rapidamente por uma determinada coisa; apresentam dificuldades de organização; distraem-se facilmente com qualquer coisa; apresentam comportamento inquieto; costumam esquecer os materiais e tarefas da escola, por exemplo.  E, por terem um funcionamento cerebral acelerado, são muito criativas. Vale registrar aqui 2 coisas interessantes:

1 - A pessoa com TDAH tem a capacidade SIM de se concentrar, e muito, em assuntos que lhe despertem extremo interesse!

2 - Muitos pais que têm filhos desatentos acabam achando que a criança não passa de uma preguiçosa já que a mesma consegue ficar horas a fio jogando vídeo-game, enquanto que para fazer a tarefa de casa isso não acontece nunca. Diante disso, os pais precisam saber que a estimulação que um jogo de vídeo game provoca, consegue ativar o cérebro de uma criança de uma forma que essas atividades rotineiras não são capazes, pois o eletrônico envolve uma série de estímulos de cores, imagens e sons numa velocidade alta e tudo de forma simultânea e sincronizada.

Vale lembrar que, caso haja suspeitas reais nessas situações em que a falta de atenção se torna uma constante a ponto de interferir na rotina em geral da criança, os pais devem procurar um neuropediatra, neurologista ou psiquiatra de extrema confiança, com boas referências, que faça uma avaliação cuidadosa e criteriosa do caso, pois existe uma forte tendência de se diagnosticar TDAH numa única consulta como também de se medicalizar a criança de forma muito arbitrária. E se, de fato, o diagnóstico de TDAH for fechado, havendo prescrição de medicação ou não, é de extrema importância que o pequeno tenha acesso a um acompanhamento terapêutico, pois o remédio tem o papel de fazer uma neuromodulação, mas só através da terapia é que se poderá recriar novas conexões neurais e mudanças de comportamento de forma legítima.



O que fazer para estimular a fala?

11/03/2015 - Por Roberta Lima - Terapia da Criança

"Menina fala antes que menino." "A criança que anda cedo, fala mais tarde.""Criança que tem irmão mais velho, logo está falando." Escutamos tantas histórias sobre a fala, ficamos numa ansiedade tão grande como pais que hoje vejo que escutei demais, me preocupei demais. Tenho dois filhos que atualmente falam perfeitamente, mas contrário a tudo que falam, o menino que é mais velho falou muito antes da menina que já tinha o irmão que falava perfeitamente e poderia estimulá-la. Meu filho com um ano falava tudo corretamente, R,S, concordância verbal. Já a menina, andou mais tarde e começou também a falar mais tarde, somente depois que foi para a escolinha com dois anos e meio de idade. E são crianças absolutamente normais. Claro que temos que observar o desenvolvimento da criança como um todo e ficar atento a cada etapa, mas cada criança tem seu tempo e não existe regra rígida ou manual de instruções para as coisas acontecerem quando falamos de desenvolvimento infantil.


http://goo.gl/fsiF0e

Para ajudar a diminuir essa ansiedade dos pais, a Roberta Lima, nossa fonoaudióloga e terapeuta infantil, trouxe agumas dicas simples que os pais podem seguir para estimular a fala de forma espontânea ainda no bebê, sem pressa e sem pressão.

Quando falamos em linguagem, não nos restringimos apenas a expressão verbal, mas incluímos as vocalizações e gesticulações as quais também fazem parte da função comunicativa.Existem crianças que começam a falar muito cedo, já ensaiando algumas palavras na época do primeiro aniversário. Outras iniciam um pouco mais tarde, mas apesar das variações cronológicas individuais possíveis dentro do desenvolvimento normal, merecem uma atenção especial aquelas crianças que, ao completarem 2 anos de idade, ainda não começaram a usar a linguagem, sendo válido procurar orientação profissional a fim de avaliar se existe algum comprometimento que possa estar dificultando essa evolução.

Leia e conte histórias

Uma excelente forma de estimulação da linguagem que trabalha a imaginação, amplia o vocabulário e ajudará na futura estruturação do discurso narrativo da criança.

Converse sobre seus atos

Enquanto vai fazendo uma atividade com o bebê vá narrando suas ações, seja no momento do banho ou de trocar uma fralda por exemplo.

Fale com entonação

Através da voz expressamos também nossas emoções, ao falar com o bebê, faça de uma forma que isso fique em evidência para que a criança aprenda a ir decodificando as emoções expressadas através da fala.

http://goo.gl/eMlsWR

Cante para seu filho

O bebê é muito musical e através da sonoridade da música, trabalha-se o ritmo e a rima onde a linguagem ganha mais uma oportunidade de se desenvolver de uma forma descontraída.

Promova a convivência do seu filho com outras crianças

Essa interação entre eles enriquece bastante o desenvolvimento como um todo, incluindo a linguagem.

Brinque

Através da brincadeira livre, da manipulação dos objetos, a criança estará se preparando para um processo de simbolização muito complexo que está fortemente relacionado com o desenvolvimento da linguagem. Interagir com a criança através da brincadeira, pode ser uma excelente oportunidade de reunir boa parte das dicas anteriores num só contexto.

Evite atender a todos os pedidos através de gestos

Mesmo sabendo o quê seu bebê deseja e está pedindo, tente perguntar de forma sutil e carinhosa a fim de fazer com que ele se esforce para emitir sons ou até mesmo se arriscar em alguma palavra. A solicitação através de gestos mantém a criança numa zona de conforto, podendo postergar ainda mais o desenvolvimento da fala.

E lembre-se sempre

Quando o seu bebê começar a ensaiar as primeiras palavrinhas, tente repeti-las corretamente, ainda que de forma natural e espontânea, para que ele vá se acostumando com o som correto da palavra.

 

 

 



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