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Quando e como a criança deve aprender outra língua?

10/06/2015 - Por Janaina Medeiros - Mamãe Mommy's Place

Verdade que hoje em dia todo mundo tem noção da importância de saber falar uma segunda língua, principalmente, o Inglês que hoje é a “Língua Mundial”. Pelos quatro cantos do mundo, se você falar Inglês você sobrevive. E cada vez mais surgem escolas bilíngues e cursos para crianças desde cedo para atender essa necessidade que os pais tem.


http://goo.gl/qlxycl

Como mãe, sempre tive a preocupação sobre isso, mas me questionava qual seria a idade correta para iniciar o aprendizado do inglês na vida dos meus filhos. Tomei a decisão que iríamos introduzir a língua Inglesa no ano seguinte ao da alfabetização em Português, o que me levou a viver duas situações totalmente diferentes quando nos mudamos para os Estados Unidos. Meu filho chegou aos 10 anos, com uma base de 3 anos de curso de inglês e minha filha chegou recém alfabetizada em Português, não sabendo nem dizer oi em Inglês. Óbvio que meu filho pegou a fluência muito, mas muito mais rápido do que a minha filha que veio sem falar nada, mas os dois aprenderam, cada um no seu tempo e falam igualmente hoje em dia, com vocabulário extenso e sem sotaque.

A verdade que criança aprende rápido demais e claro que a imersão deles na cultura americana, escola, amigos e tudo mais que os cercavam ajudou muito, mas pude perceber que tem pequenas decisões que podemos tomar que facilitará o processo do aprendizado de uma segunda língua independente do país que estivermos morando.


http://goo.gl/B7Ks3I

Se você quer que seu filho aprenda Inglês e não tem a oportunidade de morar fora do país, as dicas que eu dou são as seguintes:

Diversão

Em primeiro lugar, as aulas de inglês tem que ser prazerosas. A criança não consegue mensurar a real necessidade dela aprender uma segunda língua, por isso, escolha a melhor forma de introduzir. Se tornar o processo desde cedo exaustivo, será bem capaz que ela canse e perca o estímulo pela língua.

Processo de aprendizagem

 Pense no processo de aprendizagem em qualquer língua, Entender o que escuta > Falar palavras soltas > Formação de frases > Conversação. Portanto, assim como foi na sua língua nativa, o processo será o mesmo numa segunda língua, então tenha paciência e não tente pular etapas, pois eles não aprenderão de uma hora para outra.

Exponha a criança a língua estrangeira

Enquanto a criança é pequena, no período antes da alfabetização da língua nativa, o ensino deve ser lúdico. Ofereça à criança vídeos e desenhos com áudio em Inglês, ebooks, jogos interativos e aplicativos que utilizem palavrinhas em Inglês. Desta forma você estará expondo ela à língua de forma que ela vai assimilando naturalmente. Pode ter certeza que ela estará aprendendo e saberá identificar o Inglês do Português facilmente. Meu filho, por exemplo, tínhamos a sensação que ele não estava aprendendo nada, pois não falava, não entendia, mas como disse anteriormente, o seu aprendizado durante 3 anos e a boa base que teve, lhe deu a possibilidade de estar falando fluentemente em menos de 2 meses após nos mudarmos para os Estados Unidos.

Quando começar?

O aprendizado deve manter-se lúdico até que a criança esteja plenamente segura e alfabetizada na sua língua nativa. Não se preocupe com a fala e escrita. Se o aprendizado da segunda língua não iniciou até a alfabetização, espere que a criança crie fluência na escrita e leitura na sua língua nativa, para daí sim, introduzir uma segunda língua, caso contrário o aprendizado de uma língua poderá atrapalhar o da outra, causando confusão na cabeça da criança e consequentemente um atraso no aprendizado de ambas.

Se você fala Inglês, reforce em casa

Se você fala Inglês é um grande passo para ajudar seu filho. Leia muito para ele. Faça perguntar depois que ler para que ele desenvolva um raciocínio em Inglês. Discipline-se e crie o hábito de falar em Inglês em casa, principalmente para os comandos básicos e rotineiros do dia-a-dia como: Go brush your teeth, Get up, Be quiet, Let’s have breakfast, Do your homework... Além disso, utilize frases simples que contenham o que eles chamam de Sight Words, que são palavras usadas com frequência e que farão as crianças a montarem estruturas de frases a partir de um vocabulário que elas entendam. Podemos dar de exemplo, can, like, get, take,in, at...

Prática e Contexto

Para que o aprendizado aconteça com sucesso e a fluência seja adquirida tem que existir todo um contexto em volta, além do interesse da criança pelo aprendizado. A escola bilíngue, o curso de Inglês será super importante, mas essa prática tem que vir de diferentes formas pelo livro que lê, pela música que ele escuta, pelo filme que assiste, pela interação com outras pessoas. Não adianta ensinar a criança a memorizar a contar de 1 a 10, sem que ela saiba exatamente cada número. Preocupe-se de estar sempre identificando número a número, além de cores, animais, objetos e exponha-a a diferentes estímulos.

Curso e conteúdo Programático

Preocupe-se com escola ou o curso escolhido e qual o conteúdo programático aplicado (não se preocupe com quantidade e sim qualidade de ensino) pois ele será a base para o aprendizado, o ponta pé inicial. Fique atento se o curso traz no seu currículo conteúdo de fonética e bastante conversação, pois é a partir dela que se constrói uma boa pronúncia, pois diferente do Português, a alfabetização da criança em Inglês é através da leitura dos sons (fonética) e não por sílabas como aprendemos. E lembre-se, primeiro aprendemos a falar para somente 5-6 anos depois aprendermos a ler e escrever.

Sotaque

Segundo especialistas de fonética de faculdades Americanas, qualquer criança exposta a língua inglesa até os 14 anos e que praticar com frequência, tem a oportunidade de falar sem sotaque, pois até essa idade os músculos da língua ainda são flexíveis e tem a capacidade de se adaptar. Músculos da língua utilizados para pronunciar em Inglês, não são os mesmos utilizados para o Português e vice-versa e com o passar do tempo os nossos músculos na língua começam a atrofiar de acordo com o que utilizamos diariamente. Após essa idade a fala certamente poderá ser bem sucedida, porém com sotaque.

O que eu como mãe e por experiência própria, pude observar e concluir que independente da língua, a prática é o que traz a excelência. Não importa a idade, 1,2,6 ou 10 anos, crianças aprendem facilmente, mas é preciso prática, prática e prática. E quanto mais tempo inserido e envolvido com a língua mais confortável para usá-la estará. Aqui em casa, estamos agora enfrentando o efeito contrário, pois como a escrita, leitura e inclusive a fala na língua Portuguesa está reduzida para eles, já observamos uma perda de conteúdo principalmente na minha filha menor que não teve tempo de fixar o Português na escrita e leitura como língua nativa e provavelmente no futuro, apesar de brasileira e de ter convivido por 6 anos com o Português, será sua 2ª língua, apesar de todo nosso esforço de incentivar dentro de casa nossa língua nativa.   

Deixo aqui alguns dos programas educativos muito utilizados pelas escolas americanas no treinamento dos alunos estrangeiros para que possam auxiliá-los em casa no reforço necessário.

www.abcya.com

www.starfalls.com

www.readingeggs.com

www.tumblebooklibrary.com

pbskids.org

 



8 Dicas fundamentais no relacionamento com avós que criam os netos

16/04/2015 - Por Raquel e Luciana - Núcleo Corujas

Netos aos cuidados e criados por avós, um tema um tanto complicado. Por isso, trouxemos o Núcleo Corujas que dentre cursos e palestras no que tange ao aspecto familiar, é especialista em orientações psicológica à família para auxiliar na escolha de quem irá cuidar de seu filho em sua ausência.

goo.gl/0d1LQQ

Percebe-se que hoje as avós têm outro papel na vida dos netos que não seja somente de mimar aos finais de semana, elas tornaram-se cuidadoras e por algumas horas do dia ficam com o papel de “mãe” dos netos. A avó de hoje não igual a avó de antigamente, uma senhorinha frágil, pouco ativa e isolada. A avó da atualidade é, muitas vezes, sadia, com disposição, energia, vitalidade que tem suas atividades próprias e até um trabalho, em algumas situações. Estas avós conseguem acompanhar seus netos em muitas atividades, exercendo assim um papel ativo e bem presente em suas vidas.   

Quando a família escolhe a avó como parceira para os cuidados das crianças temos a facilidade de ser alguém familiar e de confiança, mas há dificuldades também com a intimidade e em colocar limites. E se essa escolha estiver prejudicando a relação com seu filho, com a própria avó e com seu papel materno. Algumas dicas são:

DIÁLOGO - Muito diálogo, conversa e combinados sempre! Ao escolher a avó para cuidar de seu filho converse muito e sempre diga a sua opinião e o seu ponto de vista, de forma clara, pois esta é uma forma de manter a educação que você almeja para seu filho. Exponha as regras e limites que para você são essenciais e que não gostaria que as quebrassem, não sem, pelo menos, lhe pedir permissão para tal. A avó irá te ajudar na criação de seu filho, então a educação deve vir de você e de suas escolhas.

REGRAS - Se a avó mima seu filho e deixa ele fazer tudo o que quiser, oriente ela que agora o papel é de auxiliar da mãe e que deve se impor como tal, pois isso tira a autoridade parental. Faça combinados sobre as regras e conversem sobre a importância de não transmitir uma educação confusa para a criança, ou seja, uma educação em cada casa, mas sim alinhada e segura.

AUTORIDADE MÁXIMA - Se seu filho não te respeita mais porque a avó te desautoriza na frente dele - Lembre-se, você é a mãe, a autoridade máxima para seu filho, e isso deve ser sempre lembrado. Se a avó fizer isso, será necessário colocar limites nesta relação com ela também. Enfrentar a mãe (avó, agora) pode ser difícil para algumas filha (mãe, agora), mas necessário, pois agora a relação é outra, ela não é mãe, mas avó. Você já cresceu mamãe e tornou-se uma adulta com seu próprio filho, sendo capaz de determinar o que é melhor para ele.

NADA DE MENTIRAS - Se a avó estimula seu filho a mentir e fazer coisas escondidas de você- Isso é bem perigoso, se criança crescer assim não verá os pais como figuras de confiança e de autoridade, além de não estimulá-lo a enfrentar os problemas. Então, oriente a avó a se colocar como figura de confiança, ao lado dos pais e não contra eles.

PAPEL DE MÃE - Como colocar limite na avó que se quer tomar o lugar da mãe? Isso ocorre muitas vezes, porque a avó fica muito tempo com o neto e se acha nesse papel. Se a mãe tem que voltar ao trabalho, quando retornar para casa sempre tenha um tempo de qualidade com seu filho, e coloque o respeito e suas regras, assim a avó irá compreender seu papel e ele também, não substituindo essa figura.

EQUIÍBRIO - Se a avó só vê o neto de final de semana, isso não significa que ela pode mimar e desrespeitar as vontades parentais, isso também deve ficar bem explícito, para o filho não falar:"eu prefiro a casa da vovó". É claro que não é necessário um educação rígida, sem flexibilidade e exceções, o equilíbrio é o melhor caminho. Nem controlar e ter limites demais, mas também não superproteger e ser permissiva demais, ambos são prejudiciais.

SEM BRIGAS - Não brigue com a avó na frente de seu filho, ela está te ajudando, e deve ser vista como essa figura, mas deve ser colocada sempre como avó e não como mãe.

DESEJO DA AVÓ - Pouco falado, mas não menos importante é avaliar como está para a avó estes cuidados, se está sendo prejudicial ou saudável a ela. Muitas têm receio de expor que estão cansadas ou que gostariam de fazer outras atividades para si, mas não conseguem dizer não e negar os pedidos dos familiares. Neste caso, cabe a mãe e o pai terem sensibilidade para saber quando esta relação está afetando a vida da avó.

Essa influência e criação com os avós se bem estimulada pode ser benéfica tanto para a longevidade e memória dos avós, como para os netos que terão os costumes e aprenderão com as histórias da família. Então tire proveito deste momento da forma mais saudável possível.

 



Método para criar uma rotina com as crianças sem estresse

23/03/2015 - Por Janaina Medeiros

Criar uma rotina, cumprir horários e mostra a uma criança a importância do respeito e da responsabilidade de manter a ordem na casa não é tarefa muito fácil e com toda certeza deixa qualquer mãe a beira de um ataque de nervos. Confesso que desde que chegamos nos Estados Unidos, eu estava bem assim. Nada saia como esperado. As regras não eram cumpridas. E os horários sempre extrapolados. Alguma coisa tinha que mudar, antes que o nosso convívio virasse uma guerra diária. Nos rendemos então ao método Smile Face inventado por mim, baseado nos métodos americanos de ensino e que finalmente funcionaram por aqui. Nada mais de estresse dentro de casa para tarefas da rotina diária dos pequenos como levantar para escola, fazer o dever de casa e arrumar a cama, por exemplo.

Tem psicólogos que são contra o estímulo de tarefas de obrigação da crianças através de dinheiro. Eu particularmente não vejo grandes problemas, desde que ensinemos a importância do ajudar e seguir sua rotina com disciplina, até porque na vida desempenhamos nosso trabalho em troca de dinheiro e conforto.

Vale ressaltar que devemos educar e mostrar o que se ganha e o que se perde através das suas conquistas ou derrotas e sempre mostrar as consequências para cada atitude desempenhada. Uma criança que independente de qualquer coisa tenha tudo e faça tudo o que quiser, não tem o que desejar e valorizar, então também não se sentirá estimulada a desempenhar nada. Deixe que a criança deseje as coisas supérfulas e vá mostrando o que ela consegue conquistar com o passar do tempo.

Algumas mães me pediram o passo-a-passo. Então vamos lá. Espero que de certo com vocês também.

1 – OBJETIVO - Crie um objetivo alcançável que a criança deseje bastante. Um passeio ou um brinquedo, por exemplo. Minha filha por exemplo, está enlouquecida com uma cama de boneca que custa U$ 19,00. Não deixe que desejem coisas que demorem muito para juntar, pois desestimulará a criança quando ver que o tempo que ela necessita para alcançar é muito grande.

Nosso objetivo – Cama de Boneca – U$ 19,00

2 – TAREFAS - Comece com poucas tarefas e que sejam simples de acordo com a idade, principalmente, se a criança nunca tiver sido exigida a algum tipo de atividade anteriormente. Veja nossas sugestões de tarefas que fizemos numa matéria anterior.

3 – TAREFAS DESGASTANTES - Essa dica é para mamãe tentar diminuir o nível de estresse e brigas e escolha algumas tarefas desgastantes. Eu por exemplo, mãe confessa, que odeia a hora da refeição, onde eles brincam, jogam comida para tudo que é lado, reclamam dos legumes e ainda demoram literalmente 3 horas comendo.

                Tarefas – Chamamos de desafios da semana. Aqui as crianças já tem 6 e 10 anos e sempre foram acostumados com algumas tarefas dentro de casa.

- Sair para a escola no horário de café tomado e deixando o quarto arrumado.
- Almoçar até 15:30 e colocar o prato na pia. (Chegam às 14:30hs da escola).
- Comer todo o legume (tarefa desgastante).
- Fazer o dever de casa até às 16:30 e deixar a mochila arrumada para o dia seguinte (isso inclui desfazer a lancheira).
- Escovar os dentes e ir para cama até as 20:30.

4 – EXPLIQUE – Trate como uma brincadeira. Sente e explique as regras da brincadeira e o quanto importante é que eles desenvolvam as tarefas dentro das regras. E atenção, colocou a regra cumpra, pois senão a “brincadeira” não atingirá o objetivo traçado.

Regras – Estipule um valor que você possa pagar de acordo com as suas possibilidades financeiras. E faça uma equiparação do valor para o valor em Real. É importante perceber se o que foi definido como objetivo pode ser comprado com o dinheiro ganho. Aqui uma criança ganhar U$ 28,00 por mês da para fazer ou comprar bastante coisa. Minha filha, por exemplo, precisará de 3 semanas para juntar para comprar a tal cama da boneca.

- Cada atividade vale uma smile face e tem um valor monetário de 0,25 centavos de dólar.
- Se ao final do dia cumprirem com todas as atividades ganham mais uma smile face, podendo juntar até 6 num dia, um total de U$ 1,50.
- Se ao final da semana cumprirem com tudo, ganham mais duas smile faces, podendo ganhar até 32 smiles faces numa semana, um total de U$ 8,00.
- Caso não cumpram com alguma atividade, ganham uma carinha triste o que contará como menos uma na contagem.
- O cálculo é feito através do somatório de carinhas felizes e diminuindo as carinhas tristes.

5 – IDADE PARA COMEÇAR – Não exige idade certa para começar. O ideal é que a criança tenha um certo nível de entendimento para “as regras do jogo”, o que começa por volta dos 4 anos quando a criança começa a desempenhar atividades com mais independência, antes disso tenha paciência e vá ensinando. Vale inclusive a leitura do texto Ensine seu filho a ajudar em casa onde colocamos algumas ideias de como começar a dar a responsabilidade para os pequenos desde bebê dentro de casa e que de certa forma será uma preparação para que o objetivo do “jogo” seja atingido mais facilmente.

                                             
                                                                         http://goo.gl/vVJlYd

E o que ganhamos com isso?

1 - Eu não sou mais a mãe chata e histérica de antigamente que repetia mil vezes por dia o que eles precisavam fazer.
2 - Eles sabem claramente quais as tarefas que tem que desempenhar com sucesso todos os dias.
3 - Aprendem a ter disciplina e pontualidade nas suas atividades.
4 - Amadurecem e ganham autonomia nas suas atitudes. Aprendem que toda atitude terá uma consequência.
5 - Param de pedir tudo que vem na rua, pois sabem que tem que correr atrás para ganhar.
6 - Tem desejos e aprendem a criar objetivos para conquistar o que querem desde cedo e veem que nada na vida é fácil.
7 - Desenvolvem um senso de responsabilidade desde cedo.
8 - Conseguimos mostrar para eles o prazer da vitória e das conquistas. Dão mais valor ao que conseguirão comprar com "seu próprio dinheiro".
9 - Aprendem desde cedo o valor do dinheiro.
10 - Valorizam o trabalho do pai e da mãe porque entendem que para sermos alguém na vida precisamos cumprir com nossos objetivos. Pois mamãe e papai precisam executar suas tarefas no trabalho para no final do mês trazer dinheiro para casa para podemos ter as coisas e fazer passeios.
No futuro eles vão lembrar disso como um forma de aprendizado leve e prazerosa e perceber quantos frutos colheram dessa brincadeira.

Banner da Home: http://goo.gl/F13Nzo



Como lidar com ciúmes entre irmãos?

10/03/2015 - Por Camilla Junqueira - Maedetres3

Olá meninas,

Atire a primeira pedra quem nunca sentiu ciúmes de irmão...

http://goo.gl/zbLRwY

A palavra ciúmes, nunca vem sozinha, por traz dela um caminhão de sentimentos caminham juntos, como raiva e frustração de um filho em relação ao outro. Apesar de normal, o ciúme entre irmãos exige muito dos pais, que precisam de grande dose de paciência e muito bom senso para lidar com essa situação comum no dia-dia de qualquer família, sem que ninguém saia prejudicado. Para manter tudo em harmonia, você precisa estar bem, segura do que está fazendo e de como está agindo. Se seus filhos estão com ciúmes um do outro, andam competindo ou brigando, existem algumas coisas que você, como pai ou mãe, pode fazer para reverter essa situação ou ao menos amenizar a situação.

1.Atenção Dividida - Tente equilibrar sua atenção entre os dois para não haver competições pela sua atenção.

2.Hiper Valorização e Comparação  -  Evite valorizar comportamento ou fazer comparações de um e denegrir o do outro. Isso além de não ser uma boa atitude, pode causar mais raiva ainda, um do outro.

3.O ciúmes é esperado - Entenda que o ciúme é uma atitude esperada e é o dever dos pais de entender e ajudar a criança em relação a esse sentimento.

4.Não se afaste - As crianças, quando sentem ciúmes, são mais agressivas, o que faz com que os pais se afastem dela. Quando isso ocorrer, procure dar mais atenção a essa criança.

5.Fique Neutra e seja Justa - Não tome partido nas horas de conflito. Você fará que o outro se sinta rejeitado. Explique, com clareza, para os dois porque um pode estar certo e o outro, errado, e seja justa na hora de resolver o problema.

6. Elogie - Faça elogios constantes aos seus filhos para que eles se sintam valorizados e seguros.

7.Carinho,muito carinho - Castigos, nesses casos, não costumam dar bons resultados. Um abraço apertado pode será a melhor alternativa.

8.Momento Exclusividade - Tenha momentos únicos com seus filhos e demonstre sempre seu amor. Com o mais velho, continue com rituais de intimidade que são só de vocês e crie o mesmo vínculo com os menores. Assim, quando a insegurança bater, ele saberá que ainda tem todo o seu amor.

9. Cada um no seu espaço - Não seja permissiva quando o mais novo mexer nas coisas do mais velho deixe claro que ele não pode tudo só porque é menor.

10. Ter irmão é muito bom - Incentive alguma atividade que eles tenham incomum. Algo que todos gostem de fazer e mostre como é bom ter alguém que possa dividir os momentos que curtem. E que ter irmão é ter um amigo e companheiro para todas as horas.

 

 



Ensine seu filho a ajudar em casa!

09/03/2015 - Por Janaina Medeiros

Vamos combinar mamães, que ensinar as crianças a cumprirem uma rotina e se tornarem independentes não é tarefa nada fácil. Criança precisa acima de tudo brincar, mas ajudar nas atividades rotineiras irão contribuir para sua independência, além de outros benefícios. Veja a lista que preparamos para vocês de sugestões de atividades simples que eles podem começar a desempenhar dentro de casa.

Porque ensinar?

Há pouco tempo me mudei para os Estados Unidos novamente, mas agora com duas coisinhas fofas a tira colo. Diferente do Brasil onde tínhamos suporte de todos os lados, aqui as coisas funcionam bem diferentes e todos tem que ajudar. O que na verdade, acho super benéfico, pois depois de adultos invariavelmente, teremos que assumir tais tarefas, então porque não começar a aprender desde pequenos. Comecei a perceber que o fato de termos ajuda de todos os lados no Brasil deixam nossos filhos super mal acostumados, porque acabamos relaxando, porque cansa todo dia pedir a mesma coisa, porque o dia foi corrido, porque achamos que são pequenos demais para tais tarefas, enfim, desculpas não faltam para justificarmos nossas ações. Preocupamos-nos tanto de educar e passar nossos ensinamentos, mas muitas vezes esquecemos que desempenhar pequenas tarefas também é uma forma de educar e torná-los adultos independentes, organizados, seguros de si e que desenvolvam desde cedo um espírito de coletividade onde todos precisam ajudar para vivermos em harmonia.

Agradeça. Elogie sempre.

Pense em tarefas pequenas conforme a idade e com o tempo vá aumentando a complexidade das tarefas. Tente ensinar num clima de brincadeira, para que a criança tenha prazer de desempenhar a tarefa e aprenda de forma divertida. Faça-o se sentir importante e que você fica muito grata com a sua ajuda.

http://goo.gl/MwOJkF

Bebê (criança até dois anos de idade)

 - Comece com tarefas curtas

 - Explique o porquê é preciso desempenhar a tarefa. Ensine e oriente como deve ser feito.

 - Deixe que ele tente fazer, não exija demais. O importante é que desempenhe a tarefa com empenho, não que sai perfeito.

Exemplos

- Arrume uma caixa onde ficarão guardados os brinquedos e após a brincadeira deixe que ele guarde. Explique que para o quarto ficar bonito e organizado e na próxima vez que for brincar consiga encontrar seus brinquedos é preciso retorná-lo ao lugar correto após a brincadeira.

- Desligar a TV quando não estiver assistindo.

- Deixe que realize o sonho de mexer nos potes plásticos ou panelas na cozinha, que criança não ama isso, não é mesmo? Após a brincadeira, ensine que tudo tem que voltar para dentro do armário para que a mamãe possa preparar o papa depois. Mesmo que não seja de forma organizada, o importante é que desempenhe a tarefa com a consciência de que é preciso.

http://goo.gl/aWlfoz

A partir de dois anos de idade, introduza as tarefas gradativamente.

 - Comece com tarefas um pouco mais longas e rotineiras. Para cada ano de vida, de uma a três novas atividades. Para saber que tarefas deve adicionar por idade inicie com as atividades mais simples e leve em consideração coordenação, segurança da criança e a complexidade da tarefa.

 - Continue sempre explicando o porquê é preciso desempenhar a tarefa. Ensine e oriente como deve ser feito. Repita o ensinamento, com paciência quantas vezes forem necessários, esse tipo de aprendizado leva tempos.

 - Tarefas da casa devem ser obrigação para os adultos e flexível para as crianças. A obrigação para elas deve estar relacionado ao que pertence a elas, como quarto organizado e mochila da escola, por exemplo. Uma vez dado a responsabilidade da tarefa, não permita que ninguém faça pela criança. Ela precisa aprender que aquela tarefa é dela a partir de agora. Abrir concessões fará com que a criança de uma relaxada no desempenho, pois saberá que terá quem alguém para fazer por ela. E no caso de precisar fazê-lo, justifique o porquê está fazendo. Caso a criança esteja indisposta, doente, por exemplo.

 - Deixe que ele tente fazer e vá mostrando como pode melhorar a cada dia. Se pedir para guardar uma blusa de volta ao armário, ensine como pode dobrar de forma bonita e cada vez melhor. Elogie mas enfatize o que pode melhorar. Cuidado para exigir ao nível da idade da criança e tenha em mente que ela nunca fará como você, pois é apenas uma criança.

Exemplos

- Guardar os brinquedos depois que brincar;

- Ajudar no preparo de um bolo;

- Colocar a roupa suja no cesto suja após trocar de roupa;

- Retornar a toalha para o banheiro após o banheiro;

- Pegar o dever de casa na mochila;

- Desfazer a lancheira da escola;

- Regar plantas;

- Colocar ração para o animal de estimação

- Arrumar a cama;

- Organizar o quarto;

- Por a mesa;

- Tirar a sua louça da mesa quando terminar de comer;

- Deu fome entre as refeições, ensine-o a preparar um lanche rápido com segurança e sozinho. Nada de fogo até uns 10 anos de idade.

- Acordar, levantar e se arrumar sozinho com o despertador;

- Esporadicamente peça ajuda enquanto desempenha alguma tarefa de rotina sua, como colocar a roupa na máquina, fazer compras de mercado, guardar as compras, tirar o pó da casa,...

http://goo.gl/2Iez1u

E com o tempo e conforme as responsabilidades forem surgindo e se intensificando, você verá que fica muito mais fácil exigir. Fazer a lição de casa ou estudar sozinhos e manter o quarto arrumado não serão mais motivos para brigas e estresses diários dentro de casa e sim uma forma de colaborar e cooperar para que as coisas funcionem dentro da rotina da casa.

Os benefícios? São muitos, porque nessas situações além de eles começarem a ganhar mais autonomia e autoconfiança no que são capazes de fazer, se aprende disciplina, solidariedade, descobrem-se novas habilidades, aprende-se a prevenir acidentes, compreende-se a importância da higiene cotidiana e assimila-se, é claro, valores de organização.

Lembre-se é de cedo que se ensina!

fonte foto da home: http://goo.gl/eH5VU8

 



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