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5 coisas que aquela sua amiga sem filhos não entende

05/07/2015 - Por Melina Pockrandt - Maternidade Simples

A maternidade traz, em sua bagagem de mudanças, um filtro de amizades. Depois de temos filhos, os nossos relacionamentos sociais são chacoalhados e permanecem aqueles que valem a pena. Um dos grandes problemas é que muitos amigos sem filhos não entendem as adaptações que precisamos fazer em nossas vidas e acham que muitas das nossas privações são frescuras.

http://goo.gl/WiBd56

Dá uma olhada na lista abaixo e conte se você já enfrentou alguma destas situações:

Uma noite não é só uma noite.

Você tem um bebê de 5 meses em casa e sua amiga te chama para sair e voltar só de madrugada. Você argumenta que está muito cansada e não vai aguentar ficar horas fora à noite. E ela te responde: “Mas é só uma noite, amanhã você dorme”. Mal sabe ela que dormir não é uma programação que a gente consegue fazer e cumprir quando quer. Quem dita as regras da madrugada não somos nós, é o bebê!

Rotina não é frescura.

Então, sua amiga liga e diz: “estou passando na sua casa para dar um beijo em vocês”. E isso bem na hora do banho do bebê ou na hora de colocar o filho mais velho na cama. Mas se você disser isso, já sabe o que ela vai dizer (ou pensar): “que frescura!” Querida amiga sem filhos, rotina não é frescura. Ela é fundamental para manter a saúde das crianças e a minha sanidade. Por favor, entenda!

Programas sem filhos são muito difíceis.

“Por que você não deixa as crianças com o pai? Ou com a avó? Contrata uma babá!” Para a amiga sem filhos, é muito fácil arranjar alguém para cuidar do bebê e ela não consegue entender como você não consegue sair sozinha. “Nem mesmo à manicure?”

Não existe diversão como a diversão com as crianças.

É claro que amamos passear e fazer “programas de adulto”, mas a sua amiga sem filhos não consegue entender o nível de satisfação e alegria que sentimos quando estamos em um momento em família, em que todos estão se divertindo junto. É um outro patamar de felicidade.

Quando ela tiver filhos, ela vai saber.

É claro que sua amiga sem filhos não fica contrariada apenas com as mudanças na sua vida social, ela também fica chocada com a ideia de você deixar seus filhos vendo TV ou mexendo no tablet na hora das refeições – ou por não deixá-los ver televisão em nenhum momento. Ou ainda questionam o fato de você não dar açúcar para o bebê – ou por já tê-lo deixado comer doce antes dos dois anos. Enfim, quem ainda não é mãe sempre vai ter algo que não concorde sobre a criação dos nossos filhos. Mas não se preocupe: quando ela tiver filhos, vai saber.

E a exceção?

É claro que temos amigas que não têm filhos que são as melhores, não é mesmo? Não apenas entendem – ou se esforçam para entender – todas as mudanças que a maternidade impõe, mas continuam presentes em nossas vidas apesar delas. Pessoas que adaptam as programações para que possamos participar, contam com a presença dos nossos filhos, interagem com eles, entendem quando vamos embora mais cedo e também quando dizemos não. Aceitam a forma de criação que escolhemos e ainda ouvem as nossas lamúrias e angústias sem julgamentos. Eu tenho o privilégio de ter várias nestas categorias. A essas, um “muito obrigada”!

Às outras, um desejo: sejam mães e sintam na pele essas mudanças. Mas fiquem tranquilas, estaremos aqui para oferecer compreensão sem julgamentos.

 



Papais podem e devem participar dos cuidados e criação dos filhos

22/06/2015 - Por Raquel Benazzi - Núcleo Corujas

Hoje, muitos pais mostram-se mais presentes e ativos na criação e educação dos filhos, há maior sensibilidade na vivência deste papel, entregam-se à paternidade e à paternagem de maneira ativa, conectada e conscientemente. Muitos mudam suas rotinas, comportamentos e atitudes, sofrendo profundas transformações internas e saudáveis.

Existem milhares de possibilidades de exercer a função materna e paterna, e isso não tem relação com o sexo - homem ou mulher. Há pais que durante a gravidez já estão totalmente envolvidos com o bebê e com a gestação, são aqueles que comumente falamos "ele está grávido também né?", em alguns casos, estes pais podem inclusive sentir enjôos e outros sintomas, gostam e fazem questão de participar das escolhas, consultas e exames médicos, além de aproximarem-se da esposa, preocupando-se bastante com ela com a criança, havendo uma nova conexão com o casal, diferente, mas prazerosa para ambos.


http://goo.gl/Mn89Vr

Por outro lado, há pais que só após o nascimento e com o crescente contato com o bebê aproximam-se de sua paternagem; e pais que terão mais dificuldade em exercê-la satisfatoriamente ao longo da vida.  Alguns homens efetivamente não conseguem ficar absorvidos e conectados pelo bebê (e algumas mães também em certos casos).

No decorrer da gestação e das primeiras semanas de vida do bebê, período de adaptação familiar e, principalmente de adaptação da mãe-bebê, a presença e determinadas atitudes dos pais podem ser de grande ajuda para a mãe, para o desenvolvimento do bebê e, consequentemente, para a família como um todo.

Separamos algumas dicas que podem auxiliar o papai nos cuidados com o bebê. Lembrando que cada caso é um caso e que tem suas próprias complexidades e história:

1- Converse e pergunte como a mamãe está se sentindo, se há dificuldades, medos, angústias e tristezas. Ofereça apoio físico e emocional para o que ela esteja precisando no enfrentamento de alguma situação difícil, ajudando-a a lidar com tal situação de forma mais clara, rápida e em conjunto.

2- Estimule o vínculo do pai com a barriga. Permita que ele aproxime-se da barriga, a toque, converse e cante para o bebê. Escolham o obstetra e pediatra, em conjunto, e procurem estar juntos nos momentos de exames e consultas.

3- Deixe-o participar das compras do enxoval, escolher roupas, utensílios, móveis. Se o papai não gosta disso, explique para ele o motivo desta atividade ser importante para você e peça que ele então escolha em quais delas ele pode estar presente. Muitos homens preferem montar o berço, pintar o quarto, colocar a iluminação do que ir às lojas e escolher os móveis e detalhes. É necessário uma conversa aberta e flexibilidade de ambos os lados.

4- Considere a opinião do papai e esteja aberta a ouvi-la.

5- Pai reconheça suas emoções. Assim como para a mamãe, o nascimento de um filho também pode fazer florescer fortes sentimentos e até mesmo conflitos. Muitos homens têm vergonha e/ou medo de falarem sobre isso e mascaram os sentimentos, fugindo para outros âmbitos, buscando o trabalho, amigos, esporte, bebida e até outras mulheres. Então, o primeiro passo é aceitar os sentimentos e buscar expressá-los de forma saudável, isso irá ajudar em sua saúde psíquica e neste novo processo de adaptação, de ser pai.

6- Após o nascimento estimule o toque e o acolhimento do pai com o bebê.

7- Pai participe dos cuidados de seu filho: trocar as fraldas, dar banho, cuidar das cólicas e qualquer outra atividade, independente de ser durante o dia ou durante a noite.

8- Os pais podem juntos participarem de cursos como Cuidados Básicos, Shantala e Banho de Ofurô. Estas duas últimas atividades costumam a ser prazerosas para os pais, principalmente quando chegam em casa após o trabalho. Estimule que ele faça a massagem e dê o banho de Ofurô. 

9- Mamãe, você não precisa pedir ajuda, como se o papai estivesse exercendo um favor a você e ao bebê. As responsabilidades devem ser compartilhadas, já que mãe e pai têm as mesmas responsabilidades perante a criança! Estabeleça um diálogo honesto e franco sobre isso, descobrindo quais atividades ele se sente mais à vontade, tem mais prazer, dificuldade, medo e juntos, assim vocês poderão ir construindo uma aliança fortalecida.

10- Tem muita mãe que gosta de fazer tudo do seu jeito e busca controlar e cuidar de todas as situações. Estas mamães precisarão aprender a delegar atividades e compreender que o jeito do papai fazer pode ser diferente do jeito dela, mas não necessariamente é uma forma errada. Esta situação pode inclusive ser benéfica ao bebê, propiciando diferentes experiências e formas de ser cuidado e receber amor.

11-O pai precisará tomar cuidado para não se acomodar e deixar tudo para a mãe - Apresente-se enquanto cuidador único e essencial para seu filho e exija isso! E mamãe, deixe que o pai seja pai e que encontre sua própria forma de assumir a paternidade, assim o vínculo irá intensificar-se e o papai se sentirá útil para a esposa e para o filho.

12 - Se, após alguns meses, a mamãe fica muito e apenas envolta aos cuidados do bebê, o pai é a figura importante que lutará para trazer a mamãe para outros papéis que ela tinha, ou novos, como por exemplo: esposa, dona de casa, trabalhadora, mulher, amiga etc.

13- Mantenha uma intimidade entre o casal. Não desistam disso, e com o estabelecimento de uma rotina ficará mais fácil estabelecer momentos a dois. Para isso, é importante o casal se ajudar e estar conectado, as divisões de tarefas domésticas e cuidados ajudam para não ficarem sobrecarregados e conseguirem ficar juntos.

A partir dos 4-5 meses, o filho começa a reagir ao pai de modo especial e diferente ao que reage com a mãe. Após um ano, a presença ativa do pai nos cuidados e educação do filho passa a ficar mais marcante, e isso dependerá muito da estimulação da mãe e, também, da disposição interna do papai para que isso aconteça. O mais importante é o casal ser parceiro, construírem juntos as novas regras familiares e estarem abertos a aprender, experimentar, errar e ouvir o outro.

 



Afinal de contas, o que você precisa saber antes do bebê chegar?

19/06/2015 - Por Karen Abtibol - Elemetransforma

Se eu tivesse que saber apenas 5 coisas quais seriam elas?


https://goo.gl/cp0r8Z

A primeira coisa que você precisa saber e colocar em prática, na minha opinião, é:

Você pode confiar no seu instinto!

É só o bebê nascer que começam a chover conselhos e pitacos! Nenhuma mãe que eu conheço passou por isso ilesa. É preciso ser forte e confiar nas suas decisões para não surtar ou se deixar influenciar. Além das suas próprias inseguranças, ainda ter que lidar com intervenções alheias é um estresse desnecessário. Ter essa segurança não é fácil, mas acredite, você e seu filho estiveram conectados por 9 meses e isso não foi à toa, uma mãe sempre sabe qual a real necessidade do seu filho, sempre sabe quando há algo errado (ou não) mesmo que todo mundo diga algo diferente. O “ser mãe” é puramente instintivo.

DICA: Filtre as informações, ignore o que você discorda, esqueça aquilo que vai contra suas convicções e capte apenas o que achar válido. Muitas vezes ficamos chateadas com a intromissão alheia e com os julgamentos, mas não podemos negar que muita coisa útil a gente aprende com a experiência do outro.

O seu corpo é mais do que a boa forma de antes

Algumas mamães voltam ao peso em pouquíssimo tempo e logo já estão de volta aos jeans 36. Mas nem todo mundo é assim e não se sinta mal por isso. Uma alimentação saudável e exercícios físicos fazem bem para qualquer pessoa. Mas não fique paranoica com isso! Gradativamente você voltará ao corpo de antes e caso não volte, aprenda a ver a beleza de suas novas curvas! Você gerou e abrigou um neném em seu ventre e agora que ele nasceu se tornou uma mulher forte e continua linda, se não ainda mais, acredite nisso! Depois você terá tempo de sobra pra entrar na academia e aderir a dietas restritivas!

DICA: Deixe o bebê com alguém (por mais difícil que isso seja nos primeiros dias), tome um bom banho, passe um corretivo, um batom bonito e muitas camadas de rímel, arrume o cabelo, passe um perfume suave. Sim, para ficar em casa! Mas para se sentir bem quando olhar no espelho. Se arrume pra você! Você vai ver como isso faz bem, o cansaço diminui, a autoestima fica lá em cima e de quebra, ainda surpreende o maridão.

O bebê não tem manual de instruções

Choro nem sempre significa dor. Pode ser fralda molhada, fome, insegurança, sono... Quando o choro começar, verifique todas as possíveis causas. Com o tempo e a convivência você identificará de que o neném precisa com mais facilidade. Aos poucos é que se aprende como bebês funcionam. Outra coisa muito importante: Por mais frágil e indefeso que ele pareça, seu neném não é de porcelana! Pode segurá-lo, dar banho, amamentar sem medo, com o tempo você pega o jeito! Sim, os movimentos precisam ser delicados e as mãos precisam ser firmes, mas não deixe de tentar por receio de errar.

DICA: a maternidade exige observação e paciência, atentar para as atitudes que facilitam e dão certo e principalmente para as que dão errado na hora de resolver os problemas. Tudo isso leva você ao autoconhecimento e te guiam qual será a melhor maneira de cuidar de um bebê. É preciso tentar, é preciso errar, para aprender. Sem julgamentos, apenas com boa vontade e amor. No final tudo se resolve e você terá orgulho da mãe que se tornou.

Ter um neném em casa exige disponibilidade de tempo

A criança precisa de cuidados e atenção intensivos e ininterruptos. Adequar-se à nova rotina não é tarefa fácil. Estar disponível requer entrega e mudança de prioridades. É preciso abrir mão de certas manias e exigências e direcionar sua energia e horas vagas pra você e o bebê.

DICA: Faça aquela arrumação no armário, ou aquele projeto de artesanato, ou aquela reforma na decoração da sala ANTES da chegada do neném. Deixe para depois apenas as tarefas do dia-a-dia, ainda assim você terá pouco tempo. Se for possível peça ajuda, contrate alguém para cuidar dos afazeres da casa ou chame uma amiga ou alguém da família para auxiliar. Assim você terá menos coisas para se preocupar e mais disponibilidade para curtir a maternidade.

O casal e a chegada do novo membro

Vocês verão que diferença faz ter mais um membro na família. Ainda mais um serzinho que precisa de cuidados intensivos 24h por dia. Os primeiros dias do neném em casa são exaustivos, não há como não ser. Ele estará se adaptando a vida fora do útero e vocês estarão se adaptando a sua chegada. Além do quê, a privação do sono e o cansaço acumulado, acabam por deixar a mulher ainda mais sensível (sim, isso é possível!). E pode deixar o papai impaciente e estressado. Fora que o casal inevitavelmente ficará afastado, momentos a sós serão raros e a rotina muda completamente.

DICA: Que tal marcar um programinha a dois?! Depois que o neném chegar, as prioridades serão outras e por um bom tempo será inevitável que o maridão seja jogado pra escanteio. Momentos juntos, recheados de amor e cumplicidade, fortalecerão ainda mais os laços que os une e o companheirismo. Aproveitem para conversar, sair com os amigos, fazer coisas que os deixam felizes e namorar bastante. Usem esses momentos para nutrir a intimidade e interação entre vocês, para que quando o neném chegar se sintam à vontade para abrir o jogo e expor as angústias que vierem a aparecer.

A maternidade não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível. É por isso que Deus planta nos corações das mães o maior sentimento do mundo, para que sejam pacientes e benevolentes nessa nova jornada. E aí? Preparada?

 

 



Mãe de Segunda Viagem: Tudo que aprendi com o 2° filho!

16/06/2015 - Por Cinthia Moralles - Blog Mãenual

Olá Mamães!!!

Primeiramente agradeço o convite e espaço aqui no Mommy’s, é uma honra e um prazer escrever para um site que vem se tornando referência no universo materno (Hahaha mal sabe ela que a honra é toda nossa, tê-la aqui). Escolhi esse tema, pois tenho muitas amigas vivendo atualmente o dilema de encomendar ou não o segundo filho...e quando as questiono sobre suas inseguranças, percebo, que grande parte delas, possuem um certo receio de não dar conta do trabalho dobrado que dois filhos imprime. Eu entendo totalmente esse sentimento,  pois eu mesma o senti muitas vezes enquanto estava grávida do Arthur. Porém, a natureza sábia como ela só, nos transforma em uma mãe  muito diferente quando o segundo filho chega...nos tornamos bem mais seguras e preparadas conforme vocês vão verificar nesse texto, sobre o que aprendi com o segundo filho...

http://goo.gl/YFllpF


* Aprendi que não preciso checar a respiração do bebê no berço de tempos em tempos, pois eles não param de respirar quando nos afastamos

*Aprendi a programar meu tempo, pois se com 1 filho eu levava uma hora para sair de casa, com 2 filhos vou levar duas...então esse é o tempo de antecedência para começar a operação: "Preparar para Sair", caso eu não queira me atrasar nos programas

*Aprendi a não ser tão rigida com a alimentação deles... Letícia só experimentou doce com quase 2 anos, Arthur com 10 meses já ganhava colheradas de bolo nas festinhas

*Aprendi que se 1 filho doente parte o coração da gente, 2, simplesmente estraçalha.

*Relembrei observando os dois brincando, o quanto irmãos são pessoas fundamentais na infância da gente

*Aprendi que eu preciso ainda mais da minha mãe

*Aprendi a ficar craque nas "rapidinhas" com o marido rs

*Aprendi a reconhecer cada tipo de choro, e que os choros de manha podem esperar eu terminar o que estiver fazendo antes de sair correndo verificar o que se passa

*Aprendi técnicas ninjas, de segurar cada filho em um braço e ainda catar coisas do chão com o dedão do pé

*Aprendi a ser menos desesperada, menos ansiosa e apreensiva...o segundo filho traz uma serenidade e paz que eram inimagináveis no 1°  filho

*Aprendi que o 2° filho via de regra, parece já nascer mais independente e descolado, pois não recebe o peso de todas as nossas expectativas e proteção exarcebada

*Aprendi que não preciso correr para o hospital quando meu bebê chora sem motivo e não quer dormir, isso são apenas, os  dentes nascendo

*Aprendi a comprar algumas roupas unissex já pensando em passar de um para o outro

*Aprendi  a usar a mão esquerda para dar comida para dois ao mesmo tempo

*Aprendi o quanto eu era boba de pensar que poderia não amá-los igualmente...o amor é simplesmente o mesmo, só que dividido em dois

*E principalmente aprendi, que mesmo com o aumento, dos gastos, cansaço e trabalho, é totalmente acalentador para o meu coração observar a amizade e cumplicidade entre eles... e simplesmente, vale muito a pena viver novamente todas as dádivas e delicias da maternidade.

Bora todo mundo encomendar mais um? Eu realmente recomendo, de coração!

 

 



Como se constroe o vínculo mãe e bebê?

09/06/2015 - Por Raquel e Luciana - Núcleo Corujas

O vínculo mãe- bebê, em alguns casos, inicia-se antes da gestação, quando a mamãe já pensa sobre ser mãe e num possível bebê; ela o deseja, cria fantasias sobre seus gostos e personalidade e imagina sua vida com ele. Na gestação o vínculo desenvolve-se mais ainda e começa uma relação mais próxima. 

As mamães que tiveram filhos sem planejamento ou que durante a gravidez não estavam feliz com este momento não precisam achar que não serão capazes de oferecer um bom vínculo ao bebê. O vínculo é construído dia a dia na relação e sempre pode ser fortalecido, quando há amor e carinho.


http://goo.gl/PKc2mh

Amor e Segurança

O vínculo é um processo de comunicação entre a mãe e seu filho, uma comunicação de afeto, de sensações e de sentimentos. Um vínculo positivo, baseado no amor e na segurança, é de suma importância ao bebê, para sentir-se amado, desenvolver auto-confiança, boa auto-estima e ser capaz de construir relações saudáveis com outras pessoas e consigo mesmo no futuro. 

A cada descoberta, a cada mudança de vida do bebê, a mãe se surpreende e aumenta, intensifica seu vínculo com ele, e a cada demonstração de afeto materno o bebê se vincula mais a mãe.

Algumas dicas para intensificar esse vínculo desde a gestação até os primeiros anos de vida do bebê em formação:

1- Na gestação converse com seu bebê, ele já te escuta e sente suas emoções

2- Acaricie sua barriga, massageie e de carinho a ela.

3- Ponha músicas de seu gosto para o bebê escutar

4- Estimule a comunicação familiar com seu bebê ainda na barriga

5- A cada manuseio e manipulação ofereça e demonstre seu amor a ele.

6-Amamente seu filho em um momento calmo, sozinha e dando toda atenção a ele.

7-Durante a troca de fralda converse com ele, e faça desse momento uma interação

8- No banho massageie o corpinho do bebê, cante, brinque com ele

9-Dê um colinho quando achar bom e necessário

10- Faça massagem shantala com ele

11-Brinque e estimule seu desenvolvimento.

12- Ser capaz de compreender a comunicação de seu bebê e respondendo a ela adequadamente.

Com essas dicas seu filho terá em você a pessoa de segurança e referência, o que trará benefícios a seu desenvolvimento e amadurecimento.



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