teste

O maior e mais completo guia infantil com as melhores marcas, lojas e serviços do Brasil

Mil Assuntos


Vamos quebrar o tabu e falar de sexo?

30/06/2015 - Por Karen Abtibol - Elemetransforma

Posso abrir o verbo ou devo me conter?! Acho que com vocês posso e devo me soltar e falar abertamente sobre qualquer assunto. Então deixemos o tabu de lado e vamos falar daquilo que move o mundo: SEXO!


https://goo.gl/tU6KhZ

Ah, então você não concorda que o sexo move o mundo?! Sei... Vamos analisar. As mulheres quiseram ter independência financeira para serem donas dos próprios narizes e terem dinheiro para gastar com o que quisessem. Gastam todas suas economias em roupas, sapatos, bijuterias e produtos de beleza. Passam horas no salão, escovando as madeixas, pintando as unhas e caprichando na maquiagem. Colocam aquele vestido justo, o salto alto e o perfume marcante quando vão sair. Saem pra dançar, seduzem o gato e acabam aonde?! Na cama. Ficam, namoram, noivam e casam. E mais sexo, sexo, sexo.

Com os homens a única diferença é a relação inversamente proporcional entre frequência e seletividade. Rs... (abafa o caso!)

Enfim, minha gente, minha teoria está certa e o negócio é sério. Principalmente quando falamos em sexo durante a gravidez e no pós-parto.

Os atritos começam quando a grávida, vivendo um turbilhão de emoções e convivendo com uma explosão contínua de hormônios, está subindo pelas paredes e o marido vem com aquela frase: “Tenho medo de machucar o bebê!”.

Oi?! Em que mundo estamos, meninas?!

Em pleno século XXI, era da acessibilidade digital, Dr. Google disponível 24h por dia e ainda ouvimos essa desculpa esfarrapada? O pior é que alguns homens, por mais que você explique e desenhe, e prove por A+B que não existe esse risco se a gravidez está correndo bem, continuam achando que essa possibilidade é real.

Acontece que 9 meses de privação é quase uma pena de morte para a classe masculina e eles acabam cedendo. Até porque não precisamos gastar muita saliva pra levar um homem pra cama, não é mesmo?!

 Homens são sempre cheio de cuidados quando se fala em mulher grávida e existem aquelas que também não sentem aquela vontade, mas é fundamental e necessário manter a disposição  para que esse laço se fortaleça, principalmente, porque quando o bebê chegar vocês realmente precisarão apoiar um ao outro, serem companheiros e amigos para suportar todas as mudanças que um bebê traz e um longo período de resguardo e cansaço da mulher.

Sexo durante a gravidez

O sexo durante a gravidez fortalece o vínculo marido e mulher, aumenta a cumplicidade e alimenta o amor. Faz bem para a futura mamãe, levantando a autoestima e deixando-a segura. Faz bem para o marido que se satisfaz e experimenta coisas novas. Faz bem para o casamento que sai da rotina e... faz bem para o bebê, que compartilha o bem-estar com a mamãe e sente a felicidade e o amor que o envolvem nesse momento.

Enquanto a barriga não cresce quase nada muda, mas quando vocês começarem a sentir o volume abdominal aumentando entre o casal (espero que seja pelo bebê crescendo... rs) é hora de inovar. Não sinta vergonha do barrigão, pense que será um sexo diferente e isso pode deixar de ser um empecilho e virar um fetiche! Compre um lingerie bonita, fio dental e cinta liga, faça uma make de arrasar e passe seu perfume preferido em locais estratégicos. Surpreenda o maridão, e quando ele menos esperar dê o bote! Aproveite para experimentar novas posições e descobrir novos pontos de prazer, que durante a gravidez ficam muito mais sensíveis! Tenho certeza de que será uma experiência exótica e divertida.

Sexo depois que o bebê nasce

Depois que o neném nasce, as coisas se invertem. Se antes era o marido cheio de dedos para o sexo, nessa fase a mulher, numa enxurrada de ocitocina que é liberada a todo instante na sua corrente sanguínea, só tem olhos para o neném e esquece completamente do marido. Sim, meninas, a vontade de namorar vai a zero... diria até que pode chegar a -1! E os maridos, que não viam a hora de ter suas esposas “de volta”, estão com o pique a mil, com desejo acumulado e loucos pra voltar a rotina de antes.

O mundo dá voltas! Rs... É triste, mas temos que admitir.

E da mesma forma que queríamos que os maridos entendessem e cedessem aos nossos desejos enquanto grávidas, precisamos ser companheiras e ceder às investidas deles mesmo sem muita vontade. Quando o maridão vier todo empolgado, olhe aquele homem nos olhos, enxergue o porquê de você ter casado com ele, lembre-se de quanto o ama e de quanto é BOM SER DESEJADAAAA! Isso levanta até defunto! E mesmo que o marido esteja na dele, ele tem sido tão atencioso e companheiro, tem se esforçado pra ser um bom pai e pra estar presente ao seu lado nesses momentos difíceis, por que não recompensá-lo e fazer uma surpresinha?!

Entre no clima, aproveite que o neném deu uma trégua e dormiu, tape os ouvidos pros gemidinhos que vem do berço, deixe de prestar atenção em cada movimento dele, arrume uma babá se for o caso, e se deixe envolver pelo calor do momento. Juro que é só dar um empurrãozinho que a vontade de namorar explode dentro de você!

Agora, se o neném estiver no mesmo quarto que vocês, dormindo no bercinho... Não se empolgue demais, você não vai querer acordá-lo e ser surpreendida bem na hora do “bem e bom”! Mas se isso acontecer, respire fundo, coloque o neném pra dormir outra vez e recomece o ritual com mais intensidade que antes.

O casamento, após a chegada dos filhos, exige um pouco de jogo de cintura e paciência, mas com amor e boa vontade tudo entra nos eixos e vocês ficarão ainda mais unidos, realizados e felizes.

Um abraço, e deixa eu ir que minha maquiagem ainda está na metade e depois vocês sabem o que virá. ;)

 

 



Papais podem e devem participar dos cuidados e criação dos filhos

22/06/2015 - Por Raquel Benazzi - Núcleo Corujas

Hoje, muitos pais mostram-se mais presentes e ativos na criação e educação dos filhos, há maior sensibilidade na vivência deste papel, entregam-se à paternidade e à paternagem de maneira ativa, conectada e conscientemente. Muitos mudam suas rotinas, comportamentos e atitudes, sofrendo profundas transformações internas e saudáveis.

Existem milhares de possibilidades de exercer a função materna e paterna, e isso não tem relação com o sexo - homem ou mulher. Há pais que durante a gravidez já estão totalmente envolvidos com o bebê e com a gestação, são aqueles que comumente falamos "ele está grávido também né?", em alguns casos, estes pais podem inclusive sentir enjôos e outros sintomas, gostam e fazem questão de participar das escolhas, consultas e exames médicos, além de aproximarem-se da esposa, preocupando-se bastante com ela com a criança, havendo uma nova conexão com o casal, diferente, mas prazerosa para ambos.


http://goo.gl/Mn89Vr

Por outro lado, há pais que só após o nascimento e com o crescente contato com o bebê aproximam-se de sua paternagem; e pais que terão mais dificuldade em exercê-la satisfatoriamente ao longo da vida.  Alguns homens efetivamente não conseguem ficar absorvidos e conectados pelo bebê (e algumas mães também em certos casos).

No decorrer da gestação e das primeiras semanas de vida do bebê, período de adaptação familiar e, principalmente de adaptação da mãe-bebê, a presença e determinadas atitudes dos pais podem ser de grande ajuda para a mãe, para o desenvolvimento do bebê e, consequentemente, para a família como um todo.

Separamos algumas dicas que podem auxiliar o papai nos cuidados com o bebê. Lembrando que cada caso é um caso e que tem suas próprias complexidades e história:

1- Converse e pergunte como a mamãe está se sentindo, se há dificuldades, medos, angústias e tristezas. Ofereça apoio físico e emocional para o que ela esteja precisando no enfrentamento de alguma situação difícil, ajudando-a a lidar com tal situação de forma mais clara, rápida e em conjunto.

2- Estimule o vínculo do pai com a barriga. Permita que ele aproxime-se da barriga, a toque, converse e cante para o bebê. Escolham o obstetra e pediatra, em conjunto, e procurem estar juntos nos momentos de exames e consultas.

3- Deixe-o participar das compras do enxoval, escolher roupas, utensílios, móveis. Se o papai não gosta disso, explique para ele o motivo desta atividade ser importante para você e peça que ele então escolha em quais delas ele pode estar presente. Muitos homens preferem montar o berço, pintar o quarto, colocar a iluminação do que ir às lojas e escolher os móveis e detalhes. É necessário uma conversa aberta e flexibilidade de ambos os lados.

4- Considere a opinião do papai e esteja aberta a ouvi-la.

5- Pai reconheça suas emoções. Assim como para a mamãe, o nascimento de um filho também pode fazer florescer fortes sentimentos e até mesmo conflitos. Muitos homens têm vergonha e/ou medo de falarem sobre isso e mascaram os sentimentos, fugindo para outros âmbitos, buscando o trabalho, amigos, esporte, bebida e até outras mulheres. Então, o primeiro passo é aceitar os sentimentos e buscar expressá-los de forma saudável, isso irá ajudar em sua saúde psíquica e neste novo processo de adaptação, de ser pai.

6- Após o nascimento estimule o toque e o acolhimento do pai com o bebê.

7- Pai participe dos cuidados de seu filho: trocar as fraldas, dar banho, cuidar das cólicas e qualquer outra atividade, independente de ser durante o dia ou durante a noite.

8- Os pais podem juntos participarem de cursos como Cuidados Básicos, Shantala e Banho de Ofurô. Estas duas últimas atividades costumam a ser prazerosas para os pais, principalmente quando chegam em casa após o trabalho. Estimule que ele faça a massagem e dê o banho de Ofurô. 

9- Mamãe, você não precisa pedir ajuda, como se o papai estivesse exercendo um favor a você e ao bebê. As responsabilidades devem ser compartilhadas, já que mãe e pai têm as mesmas responsabilidades perante a criança! Estabeleça um diálogo honesto e franco sobre isso, descobrindo quais atividades ele se sente mais à vontade, tem mais prazer, dificuldade, medo e juntos, assim vocês poderão ir construindo uma aliança fortalecida.

10- Tem muita mãe que gosta de fazer tudo do seu jeito e busca controlar e cuidar de todas as situações. Estas mamães precisarão aprender a delegar atividades e compreender que o jeito do papai fazer pode ser diferente do jeito dela, mas não necessariamente é uma forma errada. Esta situação pode inclusive ser benéfica ao bebê, propiciando diferentes experiências e formas de ser cuidado e receber amor.

11-O pai precisará tomar cuidado para não se acomodar e deixar tudo para a mãe - Apresente-se enquanto cuidador único e essencial para seu filho e exija isso! E mamãe, deixe que o pai seja pai e que encontre sua própria forma de assumir a paternidade, assim o vínculo irá intensificar-se e o papai se sentirá útil para a esposa e para o filho.

12 - Se, após alguns meses, a mamãe fica muito e apenas envolta aos cuidados do bebê, o pai é a figura importante que lutará para trazer a mamãe para outros papéis que ela tinha, ou novos, como por exemplo: esposa, dona de casa, trabalhadora, mulher, amiga etc.

13- Mantenha uma intimidade entre o casal. Não desistam disso, e com o estabelecimento de uma rotina ficará mais fácil estabelecer momentos a dois. Para isso, é importante o casal se ajudar e estar conectado, as divisões de tarefas domésticas e cuidados ajudam para não ficarem sobrecarregados e conseguirem ficar juntos.

A partir dos 4-5 meses, o filho começa a reagir ao pai de modo especial e diferente ao que reage com a mãe. Após um ano, a presença ativa do pai nos cuidados e educação do filho passa a ficar mais marcante, e isso dependerá muito da estimulação da mãe e, também, da disposição interna do papai para que isso aconteça. O mais importante é o casal ser parceiro, construírem juntos as novas regras familiares e estarem abertos a aprender, experimentar, errar e ouvir o outro.

 



4 coisas que seu marido irá expressar depois que se tornar mãe

08/04/2015 - Por Melina Pockrandt - Maternidade Simples

Eu vos declaro pai e mãe!


http://goo.gl/YIuf9f

Ainda há uma cultura bastante forte na nossa sociedade de que quando o bebê nasce é que o casal se consolida como uma família. Eu não concordo, mas entendo essa visão, pois depois que têm o primeiro filho, marido e mulher parecem alcançar um novo patamar no relacionamento. 

Mas nem tudo são flores. Os antes “marido e esposa”, agora são “pai e mãe”, e frequentemente se encontram cansados, frustrados e, até mesmo, com raiva um do outro. Na sua casa não foi assim? Bem, na minha foi. Quando a Manuela, minha primeira filha, estava com cerca de dois meses, eu falei para o meu marido que ele podia ir embora de casa no meio de uma briga. Graças a Deus, ele não foi!

Na minha cabeça, eu já tinha trabalho suficiente com o bebê, sentimentos confusos em relação a mim mesma, tristezas por conta de expectativas não realizadas em relação a maternidade... A última coisa que eu precisava era ele me “incomodando” – ao menos, assim eu via.

Marido e mulher até que o primeiro filho os separe

Nessa época, eu li um livro fantástico chamado Socorro, tem um bebê em nossa cama! (cujo subtítulo ótimo era “Marido e mulher até que o primeiro filho os separe”), escrito pelos terapeutas Glenn e Natalie Williams. Segundo os especialistas, o primogênito pode ser como uma bomba no relacionamento do casal. Isso porque, de repente, o foco de atenção dos cônjuges se volta completamente para as necessidades do bebê. Mas homem e mulher continuam tendo suas próprias necessidades – que ainda aumentam com as pressões da nova responsabilidade –, mas que acabam abafadas pelo choro do neném.

O que eu achei mais interessante (e eficaz!) do livro é que os autores escreveram a obra a quatro mãos, dando um recado: Glenn falou às mulheres leitoras o que os homens sentem nessa fase, enquanto Natalie explicou os sentimentos femininos aos pais de primeira viagem. Isso me ajudou a ver meu marido e suas necessidades de maneira nova e serviu de incentivo na minha busca por ser uma esposa mais clara, compreensiva e atenciosa.


http://goo.gl/vxtTxq

O que seu marido gostaria que você soubesse

Sei que passamos por muita pressão na nossa transformação para a maternidade. Some alterações hormonais com noites mal dormidas, fome constante, baixa autoestima... Temos todas as razões para virarmos “monstras”, mas nossos maridos não têm culpa disso. Se falta compreensão e ajuda deles; faltam, por parte das mulheres, atenção e comunicação clara. Conversei com alguns amigos que têm filhos em diferentes idades e achei muito bacana o que eles gostariam que suas esposas soubessem na época do nascimento do bebê:

“Eu preciso de atenção”: 99% do tempo, você dá atenção para o bebê. Nos outro 1%, você quer tomar banho e dormir. Eu entendo, já estive nessa (duas vezes). Mas eles continuam querendo e precisando da sua companheira. Conseguir deixar o filho com uma avó ou uma babá para ter tempo exclusivo com o marido é ótimo. Mas, se isso ainda não é possível, telefone durante o dia, mande mensagem de carinho no celular e, quando em casa, converse com ele – olhos nos olhos – mesmo que seja enquanto amamenta. Pergunte sobre dia dele e fale sobre o seu.

“Eu posso e quero ajudar. Só me diga como”: Um amigo falou algo muito certeiro: as mulheres se cobram tanto quando o filho nasce, que querem ser pai e mãe ao mesmo tempo. E não é necessário. Eles estão prontos para cumprir o papel deles. Mas eles podem precisar de um pouco de orientação no início. Então seja clara ao comunicar o que você precisa e, não esqueça, dê liberdade para que ele ajude, mesmo que não saia tudo exatamente do seu jeitinho perfeito.

“Não sou apenas pai. Eu ainda sou seu marido”: Eles sentem falta de amor de esposa. Sentir-se querido e desejado, mas também serem vistos como suporte e apoio. Falar de outras coisas além do bebê é uma forma de demonstrar que você não esqueceu que ele não é apenas pai. Além disso, procure mostrar que o filho não tomou o seu papel: ele ainda é o homem mais importante na sua vida e você vai continuar se esforçando para que esse sentimento fique claro.

“Ainda te acho linda e sinto falta da nossa intimidade”: Por mais que a gente se sinta horrorosas com o corpo todo estranho, os entrevistados foram unânimes em afirmar que achavam que suas esposas continuavam lindas após o nascimento do bebê. Mas todos eles também falaram – como já era esperado – que sentiram muita falta do interesse sexual da mulher, mesmo após o tempo de espera necessário após o parto. Eu sei que poucas de nós ficamos a fim mesmo. Se a culpa não é dos hormônios, é do cansaço. Mas casamento implica desafios e esforços diários para dar certo (com ou sem filhos). E é por isso que precisamos ser um pouco mais compreensivas, entender o papel que o sexo tem para os homens e se esforçar para demonstrar este interesse, que para eles é um dos sinais de amor.

Mamães, sei que não é fácil ter que pensar em tudo isso logo após a chegada do primeiro filho, mas ninguém disse que seria. Casamento e filhos dão trabalho, mas também garantem uma recompensa maravilhosa que nada mais no mundo pode trazer.

 



10 Atitudes para criar filhos mais amados e felizes

23/11/2014 - Por Janaina Medeiros

Não basta estar perto, é preciso estar junto de verdade, de corpo e alma. Desde que comecei a fazer disso meu mantra toda vez que estou ao lado dos meus filhos, tudo melhorou. Priorizar a convivência, principalmente quando nos dispomos a ficar com eles e dedicar aquele tempo totalmente focado a eles. Crianças precisam se sentir importantes e amadas por nós pais para crescerem bem emocionalmente e autoconfiantes.

Foi-se o tempo que mulher se dedicava 24 horas por dia a casa, marido e filhos. Hoje a realidade é outra, e a maioria das mulheres acumula ainda dentre todas as suas tarefas, trabalhar e dividir despesas dentro de casa. E os cuidados com os filhos passaram a ser tanto responsabilidade da mãe, quanto do pai.


http://goo.gl/WBD46p

Ter filho é maravilhoso, mas é cansativo também

Ter filho é maravilhoso e muito gostoso, mas às vezes as pessoas não pensam ou acreditam nas dificuldades e responsabilidade que é ter esse filho e o quanto cansativo também é. Quando os filhos nascem, temos que entender que a vida muda por completo. Nossas prioridades mudam e temos que arrumar tempo para eles. Temos que estar dispostos a abdicar de parte de nossas vidas por eles.

Quantas vezes chegamos ao fim do dia exaustos por toda rotina do dia-a-dia, loucos por um banho e vontade de se jogar na cama. E olhamos para o lado e aqueles serezinhos nos pedindo um pouquinho de atenção. Quem resiste? E quando falo atenção, é atenção com um único foco, eles. Mesmo que passemos o dia ao lado deles, se essa atenção não for exclusiva e focada neles de nada adianta e eles vão continuar nos cobrando por esse momento.

Chamando a atenção dos pais

Crianças na maioria das vezes não sabem verbalizar o que sentem e expressam suas necessidades de diferentes formas. Percebi que não adianta arrumarmos tempo para ficarmos juntos e passarmos esse tempo em um mundo paralelo, num celular ou na frente de uma televisão. A relação tem que ser intensa e de troca real para fazer realmente sentido. E por incrível que pareça eles sinalizam isso de alguma forma. Uns grudam na nossa roupa, outros reclamam, gritam, esperneiam. Pulam na cama, quebram um brinquedo. Uns choram, outros se fecham e se calam. Atitudes onde eles acham que fazendo malcriação vão chamar atenção nossa atenção e ter um pouco mais do nosso tempo. E muitas vezes os pais não notam isso de forma positiva e acabam estressando a relação e se distanciando cada vez mais.

Por isso, a grande dica é se envolver nas atividades com a criança e não apenas supervisionar o que ela está fazendo.

Largue o celular e tudo mais

Quando estiver com seus filhos, o tempo é deles e para eles. Por isso, largue o telefone, o celular, o computador, desligue a tv e comece perguntando o que eles desejam fazer com você. De que é que eles querem brincar. Deixe-os falar, deixe-os decidir. Largue tudo que possa distrair sua atenção e dedique-se a eles exclusivamente. Faça daquele momento seu e deles e de ninguém mais.


http://goo.gl/7SZIFb

Aproveite nossas 10 dicas que farão seu filho mais feliz.

1 - Se estiver pensando em alugar cinco DVDs para o seu filho se distrair, sugira que ele escolha um e assista com ele. Converse e pergunte sobre o filme, sobre o personagem. Se envolva no filme.

2 - Ao invés de encher seu filho de novos brinquedos, deixe que ele escolha um já existente e brinque com ele. Sente no chão, relaxe e se jogue de cabeça na brincadeira. Entre no mundo da imaginação dele.

3 - Não fique ao lado dele na frente da televisão por horas intermináveis sem nem saber o que está passando direito, pare e assista meia hora juntos, mas interaja sobre o programa e deixe-o mostrar tudo que sabe e sua empolgação sobre o que está passando.

4 - Não se esconda atrás do cansaço do dia-a-dia, se o seu corpo não estiver se aguentando, arrume alternativas que façam eles felizes sem te esgotar. Escolha atividades que não demande tanto do seu corpo. Leia um livro, jogue um jogo, desenhe, ou chame para falarem do que aconteceu durante o dia todos jogados na sua cama. Crianças adoram a cama dos pais.

5 – Se tiver que ir ao mercado, cozinhar ou arrumar a casa, aproveite para tê-lo junto de você e faça com que participe ao invés de ficar tolhendo e brigando. Mostre o quanto ele pode ser importante nesse momento ao seu lado e te ajudar em alguma das tarefas.

6 – Receba os amigos dele. Chame os amigos para brincarem juntos e combine com seu filho quais serão as brincadeiras sugeridas e o que vão servir de lanche. Crie o tempo de vocês particular na brincadeira e mostre a ele o quanto está participando de alguma forma através da organização do evento e o quanto é importante vê-lo feliz.

7 – Se tiver mais de um filho, tente interagir com os dois, mas crie momentos individuais com cada um. Aqui em casa, o momento do menino é levá-lo ao futebol, assisti-lo e tietá-lo sem piscar. Isso o faz o moleque mais feliz do mundo e para me testar quando saio do jogo é religioso ter que responder a um interrogatório de cada lance do jogo, para saber se eu não perdi nenhum momento. Com a menina, já é um pouco mais fácil e acabamos por conseguir juntar o útil ao agradável, vamos às compras de roupas juntas, fazemos unha e cortamos o cabelo sempre juntas. Para ela, além de se sentir importante e uma mocinha, estar ao meu lado lhe deixa radiante e próxima e ela transparece isso a todo o momento e para todo mundo.

8 – Tente fazer ao menos uma refeição do dia juntos. Não caiam na conversa de adulto e esqueçam que tem mais alguém a mesa. Aproveitem o tempo para falar da importância dos alimentos, para saberem do dia-a-dia da criança. Deixe que ele fale também e interaja com toda a família de igual para igual.

9 – Aos fins de semana deixe que ele escolha ao menos um dos programas. Sugira, mas deixa que ele decida.

10 – Escolha uma tarefa da rotina da criança para fazer junto com ela. Levar na escola, dar banho ou colocar para dormir, por exemplo. Não importa o que seja mas isso lhe fará presente no seu dia-a-dia.

Por fim, tenha sempre em mente que o melhor presente que você pode dar aos seus filhos é a sua presença, sua dedicação. Se você tiver a opção de escolha, diminua o ritmo de trabalho e da sua vida e foque neles. Mude o pensamento de que trabalhando e ganhando mais dinheiro você trará mais felicidade para dentro de casa. Com certeza ele precisa mais do seu tempo e de você, do que do conforto e prazeres materiais que você poderá oferecer.  Qualidade na relação é presença e não presente.

 



As aventuras de um pai de filha única e de repente mais três

22/10/2014 - Por Alexandre Glezer

Sempre que vejo um pai dedicado me apaixono por essa relação tão intensa de ter filhos. Ser um pai super presente, que ajuda nas tarefas diárias, que se preocupa com a rotina das crianças, além de ter a responsabilidade de trabalhar e garantir a grande fatia do sustento da família, não é para qualquer um não, e muitos pais acabam delegando essas funções do dia-a-dia para a mãe. Normal, afinal, parecemos nascer entendendo do assunto, apesar de sabermos que ninguém nasce sabendo nada. Mas quando se trata de ser pai de gêmeos ou melhor quase trigêmeos, além da primogênita, a história muda de figura, não existe opção e todo mundo tem que entrar na dança.

É tão bonitinho para os outros ver aquelas coisinhas pequenas e tão igualzinhas andando pela rua, mas ninguém imagina o verdadeiro perrengue, apesar de um amor imensurável que é ser pai assim.

Quando um chora, por exemplo, o outro chora também. Ir a praia é quase arrastão com aquela turma toda e uma tralha considerável.

Alexandre que é pai da Thamyres de 11 anos, Lívia de 3 anos, Kaio e Henrico de 2 anos diz que ser pai é a maior responsabilidade que um homem pode ter na vida. Nada supera esse desafio.

E com as funções duplicadas ou como no seu caso triplicadas é preciso usar de  muita habilidade, compreensão e harmonia para driblar esta louca rotina e ter em mente que tudo se ajeita e no final tudo da certo.

Pai engravida também

Na minha primeira gravidez, sim, pai engravida junto com mãe, existia um mix de sentimentos. Por vezes batia uma preocupação de como encarar as rotinas diárias de um bebê, seus cuidados básicos. Por outras uma certeza absoluta de que eu estava completamente preparado para assumir com galhardia o papel de pai. Descobri depois que o mix de sentimentos fazia todo sentido na prática.

A experiência prática ajuda e facilita

Na minha segunda gravidez muita coisa havia mudado. Eu havia me transformado. Já estava no meu segundo casamento e já possuia a experiência de ter sido pai em sua plenitude. Já havia sentido o cheiro, tocado, cuidado da minha primeira filha fora da barriga da mãe. O primeiro filho te dá um know-how que nenhuma escola no mundo poderá te oferecer.

De repente o susto, gêmeos !!!

Na minha terceira gravidez eu tive a certeza de que Deus sabe realmente o que faz. Porque só Ele para nos presentear com uma gravidez gemelar seis meses depois do nascimento da minha segunda filha. Não estava em nossos planos ter mais filhos, dirá gêmeos. Que susto! Naquele momento o único pensamento que passava pela minha cabeça, quase que um mantra, era: se Ele me concedeu essa graça de uma gravidez gemelar, mesmo já tendo duas filhas no curriculum, é porque Ele confia muito em mim. Missão dada será missão cumprida. E tem sido.

Não basta ser pai tem que participar

Ser um pai presente não é uma coisa muito fácil de se conseguir no dia a dia da população em geral. Comigo não é diferente. A diferença é que quando estou em casa me faço presente. Seja no banho das crianças, na hora de dar comida, de preparar o leite, de trocar as fraldas, de colocar pra dormir, de levar para o hospital, de acordar no meio da noite quando um deles chora... é um trabalho de amor e parceria com a mãe.  

E quando a tarefa triplica

A tarefa fica muito mais complexa quando se tem quase trigêmeos. Eu e minha esposa adotamos algumas práticas que ao longo do tempo se mostraram corretas e justas. Logo quando os gêmeos nasceram, época em que a rotina era alucinante, com muita privação do sono, decidimos a noite quem iria cuidar de quem a madrugada toda. Na noite seguinte trocávamos as crianças. Mas ai a pergunta: e quem cuidava da menina um ano mais velha que os gêmeos? Resposta: também entrava no revezamento.

Dormir é apenas um detalhe, fundamental e que faz uma falta.

Acredito que um dos maiores problemas que nós pais enfrentamos logo nos primeiros anos dos nossos pequenos é o pouco tempo de sono. O efeito é avassalador nas nossas vidas. Ataca o humor, o amor, a paciência... Lembro de uma vez que durante a madrugada, com o sono partido por diversas interrupções, fui pegar um deles no berço porque o mesmo estava aos prantos. Pois bem. Começa que quando um chora, você tem que ser mais rápido que Usain Bolt e chegar no quarto antes que o cara acorde o outro companheiro de quarto. Peguei o cara e o levei pra sala fazendo aquele típico “xi xi xi xi” como se ele, com meses, pudesse entender que “xi xi xi xi” significa: fica quieto se não você acorda o resto do povo todo! Deitei o cara no sofá (zona de segurança a prova de distúrbios do sono de terceiros) e comecei a rotina: tira a calça, tira a fralda, pega o lencinho, limpa, passa dermodex, bepantol, Welleda ou cremes afins, coloca fralda limpa, veste a calça novamente, pega no colo, vai até a cozinha esquentar o leite já preparado na noite anterior que está na geladeira, volta pra sala, dá o leite, coloca pra arrotar, e finalmente coloca no berço novamente. E ai quando você acorda percebe que o cara que estava sob sua custódia na madrugada anterior, amanheceu com a fralda colocada por cima da calça...Não tem jeito até que essa fase passe, eles cresçam e nos consigamos dormir novamente, nem estou pedindo uma noite toda, só um pouquinho mais, leva um tempo, mas apesar de uma noitada daquelas, mesmo com toda a correria e sensação de uma festa rave que parece não ter fim, nada é mais recompensador do que um sorriso daqueles que só eles sabem nos dar de manhã.

E assim vamos nos tornando Pai e Mãe

Pai e mãe não possuem colação de grau. Damos o nosso melhor sempre. Pai e mãe vão se tornando PAI e MÃE ao longo do tempo, na concepção dos filhos, no acompanhamento da gravidez, na hora do parto, nos primeiros passos, nos primeiros dentes, nas birras e carinhos gratuitos, nas correções de conduta, nas surpresas que os filhos nos proporcionam, nas doenças e nas relações que vão se formando ao longo da vida. É um processo contínuo, evolutivo.

Não importa o cansaço, não importa a pressão e estresse que vivemos, hoje sou o que sou por causa dos meus filhos e eles são tudo para mim. Tenho muito orgulho disso.

crédito da foto de capa: Anne Geddes





Mil Assuntos

Aqui contamos com a parceria de profissionais competentes e dos melhores blogs infantis do Brasil e Exterior, para trazer para você matérias e assuntos escolhidos a dedo para te envolver ainda mais nesse mundo materno.

Participe

Se você quer seu texto ou algum tema publicado aqui conosco, envie-nos sua ideia ou matéria com seus contatos que retornaremos o mais breve possível.

Link me
Instagram
Curtir!
Parceiros
Mommy´s Place | O maior e mais completo guia infantil com as melhores lojas e serviços do Brasil
© 2013 Mommy’s Place. Todos os direitos Reservados