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Como ensinar seu filho a pedir desculpas

24/06/2015 - Por Janaina Medeiros - Mommy's Place

Imagine a seguinte situação: seu filho de 9 anos acaba de arrancar a cabeça da Barbie da irmã de 6 anos. Você intervem, e ele rápida e obedientemente pede desculpas, sem desgrudar os olhos do videogame. Será que ele está realmente arrependido e não vai repetir o feito?

O fato é: forçar as crianças a pedir desculpas no calor do momento pode fazer os pais se sentirem melhor, mas ajuda pouco em fazer as crianças compreenderem o quanto erraram. Ao invés de obrigar então a se desculpar na hora, deixe o pedido de desculpa para mais tarde, quando todos estiverem calmos, e faço o seguinte:

goo.gl/Joo1zd

Faça a criança perceber o quanto errou

Deixe de lado o discurso sobre mau comportamento e faça perguntas que ajudem a criança a entender seus próprios sentimentos e suas ações. Comece com algo como "O que você estava sentindo quando rasgou a lição de casa do seu irmão?" Isso ajuda a criança a perceber que é normal sentir raiva, tristeza ou frustração, mas a ação na qual isso resultou não é certa. A seguir, ligue esse sentimento e a ação ao efeito que pode ter causado na outra pessoa. "Como você acha que seu irmão se sentiu quando você rasgou a lição dele?"

Incentive-o a encontrar uma solução para o problema

Não castigue, e foque em soluções que possam corrigir ou amenizar o erro, perguntando "O que você pode fazer para corrigir isso?" Um pedido de desculpas é um ótimo começo mas, como as crianças aprendem melhor através de ações, o ideal seria complementar o pedido com algum ato de bondade, como ajudar a consertar o que quebrou ou oferecer um desenho caprichado para o ofendido.

Recrie a situação e permita que a criança pense no que aconteceu

Faça de conta e recrie a situação, dando a oportunidade para a criança tomar outra atitude ao invés de decapitar a Barbie. "Se acontecesse de novo, como você resolveria a situação com sua irmã?" Dê à criança tempo para pensar e imaginar maneiras construtivas de lidar com suas emoções.

Apesar de no início ser difícil, dando um tempo entre a "arte" e o pedido de desculpas pode resultar em um pedido muito mais sincero! Com isso, as crianças irão entender melhor as consequências de suas ações, serão mais responsáveis, e desenvolverão a empatia necessária para aprender com seus erros. E isso vale a espera!

 

 



Terrible 2, saiba como lidar com essa fase.

15/06/2015 - Por Janaina Medeiros - Mommy's Place

Dia 20/05 – Tema: Entenda a fase do “Terrible Two”, a adolescência da primeira infância

Assuntos Abordados:

- É normal a criança passar por essa fase?

- Entenda a enxurrada de “NÃOS” do seu filho!

- A birra é pirraça?

- Quando e por quê dar limites?

- Dicas sobre como lidar com a criança nessa fase!

 

Palestrantes:

Roberta Lima CRFa 9717/BA – IG @terapiadacrianca

Fonoaudióloga graduada pela Universidade do Estado da Bahia, com especialização em Psicotraumatologia & Psicossomática Junguiana pelo Instituto Junguiano da Bahia e pós graduanda em Psicopedagogia Clínica pela UNIFACS.

Atua em consultório particular e realiza palestras sobre desenvolvimento infantil para pais e educadores. A terapeuta busca realizar um trabalho diferenciado através de uma proposta de desenvolvimento e fortalecimento integral da criança, englobando seu contexto familiar e escolar, sempre considerando a tarefa de ajudar um ser humano, especialmente nos seus primeiros anos de existência, como uma nobre e fascinante missão profissional e acima de tudo pessoal.


Blogueira Convidada – Elaine Violine

www.boamae.com.br
IG- @boasmaes

 



Como preparar o seu filho para a chegada do irmãozinho

07/05/2015 - Por Roberta Lima - Terapia da Criança

A chegada de um filho requer que os pais ingressem num processo intenso de preparos e adaptações para receber bem o bebê que está por vir. Porém quando isso acontece numa família que já tem criança, há um cuidado extra a se tomar que será a forma como o primogênito irá receber a notícia e lidar com a ideia de ter um irmão mais novo com quem irá dividir seus pais para o resto da vida. Sendo assim, a maneira como os pais conduzem a situação será determinante para que o filho mais velho reaja de uma forma saudável e natural a toda essa mudança.

Veja aqui algumas dicas do que pode ser feito para ajudar nessa transição:

- Esclareça a seu filho, ainda nos primeiros meses de gestação, sobre a chegada do irmão mais novo;

- Procure fazer a maior parte das alterações na rotina do seu filho mais velho antes do nascimento do bebê;

- Durante a gestação, leia um livrinho infantil que conte sobre a chegada de um irmão na família. Esses contos ajudam muito a criança a elaborar psiquicamente essa mudança;

- Envolva-o nos preparativos pedindo a ajuda e a opinião dele na escolha do enxoval;

- Relembre a seu filho que quando ele era bebê você também fez todos esses preparativos e que agora com a chegada do irmãozinho, você está muito feliz em poder contar com a ajuda dele!;

- Brinque de " mãe e filho" antes do bebê nascer e vá ilustrando os cuidados que você precisará ter com o novo integrante da família: amamentar, dar colo, dar banho, colocar pra dormir, trocar fralda, etc. Sempre esclarecendo que quando ele era neném, você também fez tudo isso com a maior alegria;

- Quando o bebê chegar, envolva seu mais velho também com pequenas tarefas, como buscar uma fralda ou escolher uma roupinha! Sempre enfatizando positivamente essa ajuda recebida!;

- Faça associações para que seu primogênito entenda que cada fase tem sua beleza, ou seja, que agora ele está maior e que por isso já pode brincar de outras coisas, conversar, andar, ir pra escola. Enfim, fazer com que ele valorize a sua fase atual a fim de evitar um comportamento regressivo.

- Sempre que houver uma brecha, tenha um momento exclusivo com seu mais velho! Essa atenção mais personalizada, ainda que seja em raras oportunidades, é fundamental!

 



10 coisas que você gostaria que seu marido soubesse depois que o bebê chegou

04/05/2015 - Por Melina Pockrandt

Os primeiros dias, semanas e, às vezes, meses após o nascimento do bebê são muito complicados, principalmente se estamos falando do primeiro filho. Muito mais do que uma nova rotina, ganhamos um novo papel que jamais nos abandonará: agora somos mães. E tem várias coisas que, se nossos maridos soubessem, facilitaria muito a adaptação do casal a esta nova fase da vida. Mas vou citar só 10 delas:

Meus hormônios estão a mil

Às vezes quero chorar, às vezes estou feliz, às vezes quero te matar. Sinto muito, te amo, mas os hormônios fazem isso comigo.

Eu tenho dúvidas se estou sendo boa mãe

Eu preciso que você me ajude a tomar decisões, me compreenda nas minhas dúvidas e me elogie quando achar que estou fazendo um bom trabalho. E quando se perceber que estou fazendo alguma coisa de errado, me corrija com muito, muito amor e delicadeza - tanta que nem vou perceber!

Às vezes, eu não confio em você

O problema não é você. Sou eu. Não consigo confiar meu bebezinho pequenininho a ninguém. E isso inclui você. Mas eu sei que preciso mudar e peço que você me transmita a segurança necessária para isso.

Cuidar de um bebê cansa mais do que você imagina

Não é porque estou em casa com o bebê o dia inteiro que eu tenho tempo de descansar. Aliás, nem tempo de ir ao banheiro com calma eu tenho. Então, não pense que minha licença-maternidade é férias.

Eu preciso de ajuda (e não quero pedir)

A rotina com o bebê exige muito de mim. Eu preciso que você me ajude em toda e qualquer tarefa que estiver ao seu alcance. Mas eu não quero ter que pedir toda hora, porque isso cansa! Então, seja proativo.

A casa não vai estar arrumada sempre

Se eu não dou conta nem de me arrumar, quem dirá da casa. Então, se você quer que nosso lar esteja sempre limpinho e arrumado, ajude nas tarefas ou contrate alguém para fazer.

Nem terá comida sempre fresca na mesa

A menos que você compre ou alguma visita caridosa nos traga.

Não tenho vontade de fazer sexo e me sinto horrorosa

Não recuperei o meu corpo de antes da gravidez. Isso somado aos hormônios malucos e cansaço diário me faz ter zero vontade de fazer sexo. Mas, se você quiser me fazer uma massagem, pode ser que eu mude de ideia (pode ser...).

Não sou sua mãe!

E antes que você pense “mas a minha mãe tinha três filhos, trabalhava fora, tinha um casamento feliz e mantinha a casa arrumada”, lembre: eu não sou sua mãe. Também não sou a mulher do seu colega ou a vizinha que aparentemente têm uma vida de novela. Não preciso de comparações, preciso de incentivo.

Te amo ainda mais

Mesmo te odiando algumas vezes por causa dos hormônios, irritada com sua falta de ajuda ou fugindo do sexo, a verdade é que te ver como pai, cuidando do nosso filho com tanto carinho, me faz te amar ainda mais. 



Para que serve os objetos transicionais?

19/03/2015 - Por Dra. Roberta Lima

Foto:Bolsa de Mulher

Sabe aquele objeto que a criança cisma e não larga por nada desse mundo? Seja um bichinho de pelúcia que ela não pode perder de vista, ou um paninho que ela não desgruda a ponto de não deixar nem lavar. São os chamados objetos transicionais.

A criança tende a escolher um objeto que tende a ser um substituto da mãe

Segundo o pediatra e psicanalista inglês Winnicot, após mais ou menos os 6 meses de idade, a criança tende a escolher um objeto que pode ser um paninho, fraldinha, urso de pelúcia ou algo parecido, que exercerá uma função fundamental e organizadora no psiquismo da criança, tendo uma atribuição de funcionar meio que como um substituto da mãe a qual gradualmente deixa de estar 100% presente para atender as necessidades e demandas da criança de forma tão imediata. 

Dessa forma, o amado objeto que geralmente está inundado com o cheiro da mamãe acompanhará a criança inclusive na hora de dormir, passando segurança para ela. Esse mágico objeto adotado também  servirá como uma ferramenta para o pequeno expressar diferentes emoções, como amor, raiva ou agressividade, onde ora ele fará carícias no paninho ora ele irá "machucar" seu amado. 

Nada mais que uma personificação da mãe em forma de algo concreto

O objeto transicional nada mais é que uma personificação da mãe em forma de algo concreto, manipulável, controlável e de presença permanente para a criança que fará essa passagem do bebê entre o mundo imaginário e onipotente, onde ele realmente achava que sua mãe e ele eram uma coisa só e que suas necessidades eram imediata e magicamente atendidas, para o mundo real onde a mãe não estará ali permanentemente atendendo seus desejos. Por isso, o objeto transicional é um excelente aliado, por exemplo, no processo de adaptação em creches e escolas, pois ajuda a criança a se acalmar, sentindo-se segura ao estar com a sua mamãe ali sendo bem representada através daquele objeto mágico. Vale lembrar que o tempo de se desvincular desse objeto será próprio da criança e deve ser respeitado, geralmente podendo ir até os 5/6 anos de idade. Porém, existem crianças que, por algum motivo, não se vinculam a nada específico e isso não deve ser motivo de preocupação entre os pais os quais não devem insistir para que o filho se apegue a alguma coisa. O que realmente deve ser observado, com ou sem objeto transicional, é a forma como o bebê tem reagido às ausências da mãe.



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