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Manchas escuras na pele durante a gravidez

16/03/2015 - Por Paula França - Mamãe Médica em Forma

Sabe aquelas tão famosas manchas escuras que surgem principalmente na face durante a gravidez e que nos deixam enlouquecidas?
A doutora Paula Franca, médica clínica geral, também futura mamãe, está aqui para explicar um pouquinho para nós sobre o assunto e o que ela tem feito para tentar evitar o aparecimento dessas manchas durante a sua gravidez.

http://goo.gl/7jhRQl

Como aparece

O melasma ou cloasma gravídico, como é comumente chamado, acontece devido às alterações hormonais que ocorrem na gestação associado a exposição da pele ao sol ou durante o uso de anticoncepcionais, pois o aumento dos hormônios, aumenta a quantidade de melanina no organismo da mulher. A melanina é a responsável, entre outras coisas, pela coloração da pele.
É devido a esse aumento de melanina, que acontece o escurecimento dos mamilos, o surgimento da linha escura na barriga (conhecida como linha negra) e o aparecimento ou escurecimento de sardas ou pintas durante a gestação.
Estudos sugerem que os melanócitos do melasma, parecem ter comportamento diferente daqueles da pele normal pois quando abrasados voltam a produzir o mesmo nível de melanina. Especula-se que tenham receptores e que a ligação hormônio receptor seja mais eficiente e interfira na melanogênese local.
Além desses dessas duas causas, a tendência genética e o tipo racial também influenciam o surgimento do melasma.
A doença tem como característica o surgimento de manchas escuras ou acastanhadas na face, principalmente na testa, nariz , regiões malares (maçãs do rosto), lábio superior e têmporas.  Geralmente possuem limites precisos e são irregulares.

A notícia boa é que o cloasma gravídico na maioria dos casos pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, sem a necessidade de algum tratamento.

http://goo.gl/YSX6po

Como evitar

A melhor e única maneira de se evitar o melasma, é a não exposição ao sol sem proteção solar durante a gravidez ou evitar o uso de anticoncepcionais hormonais (pílula).
Porém se elas aparecerem, não se desespere, hoje em dia existem tratamentos que aceleram o seu desaparecimento. Mesmo após a melhora com o tratamento, o uso de protetor solar é indispensável para evitar o retorno das manchas, que ocorre com bastante frequência.
O tratamento dermatológico deve ser orientado de acordo com cada caso, pelo médico dermatologista. Entre os tipos de tratamento podemos citas: uso de substâncias despigmentantes, aplicadas na pele, peelings superficiais, que acelerar o processo facilitando a penetração dos despigmentantes e ajudando a remover o pigmento das camadas superiores da pele.
Sempre tive muito medo de Melasma ou Cloasma gravídico. Assim que soube da minha gravidez, já iniciei intensamente o uso de protetor solar indiscriminado e evito a exposição solar direta entre as 10h e 16h.  O mais correto é reaplicar o protetor solar em média a cada 2 ou 3 horas, mas com a correria do dia-dia confesso que não reaplico com tanta frequência. Mas sempre que me lembro eu passo de novo rsrsrs. Parece loucura, mas só quem já teve  melasma ou conhece alguém que teve sabe da dificuldade de exterminar essas terríveis manchinhas!
Portanto meninas e, principalmente gravidinhas, o uso de protetor solar potente é a melhor forma de precaução para evitar os temíveis Melasmas.

 

Dra Paula França
Médica Clinica Geral
@mamaemedicaemforma

 



Você sabe o que é uma doula?

10/11/2014 - Por Renata Barreto - ReNascerDoula

A palavra doula, vem do grego e significa mulher que serve. Antigamente o papel da doula era bastante difundido, como a mulher que dava apoio, suporte físico e emocional a outras mulheres, na gestação, parto e pós-parto.

As práticas obstétricas, hoje em dia, no Brasil especialmente  que tem maior índice de cesáreas do mundo, não favorecem o processo fisiológico e emocional do parto. Neste ponto entra a doula contemporânea, cada vez mais  presente na cena do parto.


http://goo.gl/b62CbX

De acordo com Dr. Pablo Queiroz (médico obstetra) “ Os estudos de fisiologia do parto demonstram que a ansiedade e o medo liberam hormônios  que tem efeitos  negativos na progressão do trabalho de parto e recém nascido . Mulheres que contam com o apoio de uma doula no momento do parto se beneficiam, ao se sentirem mais seguras e confiantes!”.

“A partir do momento que comecei a falar que era doula, as pessoas perguntavam: “Vc faz parto?”. Não, não fazemos parto e nenhum procedimento médico, não substituímos qualquer um dos profissionais envolvidos na assistência ao parto.” Diz Bia Vertulli (Doula e professora de yoga)

A doula  traz informações valiosas para a parturiente e família, atuando na gestação, parto e pós parto. “Eu, como professora de yoga e doula, além de informar a gestante sobre questões relativas a este momento ímpar, uso também ferramentas do yoga na gestação e parto no sentido de preparar o corpo e a mente  para receber uma nova vida.” diz Renata Barreto

De acordo com Ana Carolina Baptista (Psicóloga e Doula), “é no momento do pós parto que ocorre uma ruptura nas redes de apoio. O suporte profissional que habitualmente temos em nosso país é escasso quando nos referimos ao puerpério, período em que a mulher que acabou de parir, muitas vezes, se sente frágil, sozinha e insegura. A doula pós-parto, bastante comum nos Estados Unidos e Europa, está apta a cuidar da mãe e da sua família. Sua principal função é empoderar a mãe, dar apoio físico e acolhimento emocional.”

 Estudos feitos em 16 países ( com cerca de 15.000 mulheres), mostram que a mulher que tem suporte contínuo de uma doula em seu parto, tem:

- Redução de 50% nos índices de cesárea;

-Redução de 25% na duração do trabalho de parto;

-Redução de 60% nos pedidos de anestesia;

-Redução de 40% no uso de ocitocina sintética;

-Maior satisfação da mulher com a experiência de parto.

“PARA MUDAR O MUNDO  É PRECISO MUDAR A FORMA DE NASCER.” Michael Odent.          

Parceria:
Renata Barreto
Mulher.Mãe. Prof. De yoga e Doula na Equipe Gera Vida
Facebook - @ReNascerDoula
tel. (48)9931-1163



Conheça os fatores que podem causar o aborto natural

29/09/2014 - Por Bianca Garibaldi - Antonella Fashion

Você sabe o que é incompatibilidade de RH e a SAF -Síndrome do Anticorpo Anti- fosfolípide?

A Bianca Garibaldi, do blog Antonella Fashion, descobriu esses dois fatores após o aborto da sua primeira gravidez. Esses fatores estão diretamente ligados ao aborto e que muitas vezes não são detectados pelos médicos antes ou durante a gestação. Aqui ela conta um pouquinho da sua história que termina com um final feliz, ou melhor, dois finais felizes, chamados Chiara e Matteo.


http://goo.gl/5caIDN

Uma das poucas coisas que eu tinha certeza era que quando eu achasse “o cara” eu iria querer filhos. Em um curso preparatório para o cargo de delegado, reencontrei um colega meu (que eu achava lindão) e nos apaixonamos.

Eu e o Franco nos casamos em 2005 e até cogitamos que eu já casasse grávida, de tanto que queríamos uma “misturinha” nossa! Só que vindo de uma família italiana tradicional e católica, desistimos da ideia.

Passados três meses do casamento, engravidamos e, sendo filha única e ele o filho mais velho, a família toda ficou em polvorosa. Lembro-me do dia que peguei o exame e confirmei a gravidez, ficamos tão felizes!

Infelizmente, dois meses depois, no feriado de 15 de novembro (ainda em 2005) perdi nosso bebê e senti um vazio horrível.

Diferente de muitas mulheres, me abalei, mas não a ponto de não querer tentar novamente logo depois. Foi o que fizemos, porém eu não engravidava.

Comecei a desconfiar que tinha algo errado e mandei vários e-mails para clínicas de fertilização. Quase todas me respondiam que, pela minha idade à época (28 anos) e por ser considerado “normal” perder o bebê na primeira gestação, eu deveria esperar mais uns dois abortos para cogitar algum problema de fertilização.

Na hora, pensei que a situação era horrível, pois se um aborto já havia me abalado, imaginem passar por isso mais duas vezes até começar a buscar as razões? Eu não conseguia acreditar que ninguém poderia me ajudar.

Por sorte, uma clínica super conceituada em Porto Alegre se interessou e nos chamou para uma consulta. Começamos com os exames pelo Franco, pois os exames para verificação da fertilidade para as mulheres são mais complexos e, algumas vezes, doloridos. Após vários exames, se constou que o Franco não tinha problema nenhum e eu passei a ser analisada.

Minha situação aos poucos foi se tornando complicada. Primeiro, porque aos 21 anos eu tive um ovário retirado em razão de um tumor benigno e, na medida que os exames ficavam prontos, mais problemas apareciam: estreitamento nas trompas, incompatibilidade de RH… Por último, o diagnóstico mais complicado: eu sofro de uma doença chamada Síndrome do Anticorpo Anti- fosfolípide (SAF), pela qual meu organismo faz meu sangue coagular de forma acelerada, e isso na gravidez é devastador, pois o feto é um agrupamento de vasos sanguíneos e, com essa coagulação acelerada, o feto não resiste.

(A síndrome dos anticorpos anti-fosfolipídicos ou síndrome dos anticorpos anti-fosfolipídeos (SAF) ou ainda síndrome de Hughes, é uma doença crônica em que o organismo passa a produzir anticorpos que afetam a coagulação sanguínea, levando à formação de coágulos que acabam obstruindo a passagem de sangue nas veias e artérias. Principal causa de abortos repetidos)

Com esse diagnóstico, nosso especialista cogitou que deveríamos fazer uma fertilização, pois dificilmente eu engravidaria de forma natural. Além disso, eu deveria tomar vacinas feitas a partir do sangue de meu marido, pois a nossa incompatibilidade no RH era tanta que meu organismo poderia não reconhecer o feto e ele não se fixaria no útero.

(A incompatibilidade do fator RH pode causar uma doença chamada Eritroblastose fetal que é uma doença que se desenvolve no feto quando ele possui Rh positivo(herdado do pai) e a mãe tem o Rh negativo. É como se o organismo da mãe interpretasse o feto como “intruso”, logo, sistema imunológico da mulher começa a desenvolver anticorpos-Rh para destruir os anticorpos do feto. Essa risco é aumentado a partir da segunda gravidez quando a mãe já teve contato com o sangue do primeiro bebê através do cordão umbilical e placenta ocasionando a formação do anti-D no sangue da mãe.)

Depois disso tudo, resolvemos comemorar nosso primeiro ano de casado em Gramado (RS), até para aliviar as tensões de tudo que surgiu para impossibilitar de imediato a realização do nosso sonho.

Voltamos de viagem e minha menstruação atrasou. Logo entrei em contato com o médico, que disse que poderia se tratar de uma gravidez psicológica, mas que eu deveria fazer um exame para confirmar.

Feito o exame, veio a notícia de que eu estava grávida, mas que deveria perder o bebê em pouco tempo, pois não houve tempo para serem feitas as vacinas.

Nesse momento, começou a luta para salvar nosso bebê. O médico solicitou novo exame depois de 24 horas do primeiro e, caso o percentual BHCG tivesse dobrado, ele tentaria uma medicação intravenosa por cinco horas para salvar meu bebê, mas sem qualquer garantia de sucesso.

Bom, o percentual dobrou, aplicamos a medicação e tivemos que esperar mais cinco dias até o novo exame. Se a gravidez estivesse salva, já ouviríamos os batimentos cardíacos do bebê.

Nunca o tempo demorou tanto a passar. Na data marcada, me dirigi ao consultório. Enquanto subia no elevador, pedi a Santo Antônio que me ajudasse, que salvasse meu bebê, pois era nosso sonho e meu pai, que eu amo de paixão, já estava velhinho e adoraria que ele curtisse um neto. Prometi, inclusive, que daria o segundo nome dele ou dela em homenagem ao santo.

Deitei na maca e foram chamados meu médico e seu colega, que é especialista em ultrassonografia fetal. Quando colocaram em mim o aparelho, lá estava minha pequena guriazinha, ou melhor, meu feijãozinho ainda, com um coraçãozinho forte batendo!

Durante toda a gravidez, tive acompanhamento de um dos melhores obstetras do país, especialista na minha doença, Dr. Macos Wengrover. Além de inúmeros exames e uma dose diária de anticoagulante, aplicada em minha barriga pelo maridão Franco, que foi mais que um marido, foi meu anjo nessa caminhada tão difícil.

Para recompensar todo o sofrimento, dia 05 de fevereiro de 2007 chegou a pequena Chiara Antonella Cazzetta Garibaldi, linda e perfeita. Naquela hora, tudo que passamos parecia não ter sido nada, em razão da felicidade que senti em ver minha filha, meu maior sonho realizado! Meu querido pai pôde curtir por três anos sua neta, a razão da vida dele, e depois disso ele nos deixou para morar com o papai do céu, como fala a Chiara.

Passados cinco anos, o destino resolveu novamente nos brindar e, numa viagem de férias da família, novamente contra as leis da medicina e, porque não dizer, da natureza, engravidei novamente, sem auxílio algum e, para completar o time lá de casa, chegou o sapeca Matteo Gentile, um gringuinho muito faceiro que junto com sua mana enche nossa vida de alegria!

A incompatibilidade de Rh é algo não muito comum no Brasil, visto que 95% da população tem o Rh positivo. E a minha doença, SAF, foi descoberta recentemente, muitas mulheres a tem e somente sabem dela ao tentarem ficar grávidas, mas para alegria delas posso dizer que há uma luz no fim do túnel e podemos sim ser mães! A maternidade é algo indescritível, não é maravilhoso sempre, pois criar um filho não é tarefa fácil, mas me fez uma pessoa melhor e a mulher mais feliz do mundo.





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